Sexta-feira, 03 de março de 2006
 ÍNDICE
 Crise nas IES  
PUC contrata professor por salário menor
Demissões também afetam pós-graduação
Prestígio da PUC permanece apesar de problemas, avalia jornalista
PUC-SP volta às aulas com falta de professores em alguns cursos
Governo federal estuda socorro à PUC-SP
 Instituições de Ensino Superior  
Universidade nega irregularidade
Unip barra entrada de alunos inadimplentes
Vento em popa
 ProUni  
PROUNI - Estudante recebe bolsa
 Pós-graduação, MBA  
Formação inovadora para gestores em moda
Ibmec tira dúvidas sobre cursos de MBA
 Ministério da Educação  
MEC participa da Bienal Internacional do Livro de São Paulo
 Geral  
Alunos da Anhanguera Educacional economizam mais de 80% na compra de livros
Universidades são ‘privatizadas’
Univem aprova 53% no exame da OAB
Abertas inscrições para curso jornalismo cultural em Uberlândia
Centro Paula Souza entrega faculdade e escola técnica
 CNE  
Dez novos integrantes do Conselho Nacional de Educação podem ser escolhidos até o fim do mês
 Agenda do Ministro  
Agenda - 03.02.2006
 
Crise nas IES

PUC contrata professor por salário menor
Fonte: Folha de São Paulo

03/03/2006 - Os professores que agora forem contratados na PUC-SP receberão um salário até 56% menor do que antes da crise financeira, que levou à demissão de 447 docentes (30% do total). Cerca de 70 pessoas deverão ser admitidas nas próximas semanas já com essa nova faixa salarial.

A redução ocorrerá nos dois anos iniciais do professor na universidade, período chamado de probatório. Antes, quem estivesse na "fase de teste" já recebia como um profissional do quadro fixo.

Exemplo: um assistente-doutor tem salário de R$ 7.300; com a mudança, quem estiver nessa função, mas na fase probatória, receberá R$ 3.200. Em outros cargos, as quedas ficam entre 36% e 44%. A PUC afirma que os novos valores têm como base os da USP.

Após o período probatório, se o docente for bem avaliado e houver vaga, ele entrará no quadro permanente e terá os mesmos benefícios e salários que os demais.

"Esse período já existia. O que mudou foi a faixa salarial. Definimos isso na semana passada, após negociação com a Fundação São Paulo [mantenedora da PUC; a posição da Arquidiocese de São Paulo é predominante em relação à da reitoria]", disse ontem a vice-reitora acadêmica, Bader Sawaia.

Questionada se esse salário menor não pode trazer perda de qualidade acadêmica, Sawaia disse que "isso é uma preocupação". Porém, ela avalia que, como o professor poderá entrar na carreira regular após os dois anos, a universidade continua atrativa.

Para Erson de Oliveira, diretor da Apropuc (associação dos docentes), "o objetivo é claro: demitir professores antigos e contratar outros mais baratos". Ele disse também que o rebaixamento salarial obriga os professores a ficarem mais tempo na sala de aula e menos tempo pesquisando. Além disso, a redução força o docente a trabalhar em outra escola. "Isso afeta a qualidade acadêmica."

Já para o professor Eduardo Cruz, do movimento PUC Livre (que surgiu por discordar da Apropuc), a contratação de docentes "traz novas visões para a universidade". Ele declarou, no entanto, que a perda de experiência também deve ser considerada.

Contratações

Cerca de 70 contratações já estão em curso na PUC. Esses professores irão cobrir a primeira onda de demissões, feita pela reitoria, em que 261 foram cortados.

Essas demissões, somadas a medidas administrativas, geraram um corte de cerca de 75% do déficit mensal da universidade (R$ 4,3 milhões). O enxugamento não foi aceito pelos bancos (a quem a PUC deve R$ 82 milhões) e, no mês passado, os representantes da Arquidiocese de São Paulo na Fundação São Paulo escolheram outros 211 para serem demitidos --a reitoria reverteu 25.

A PUC está finalizando a avaliação da segunda onda de cortes. Mesmo assim, a vice-reitora acadêmica afirma que "poucas" disciplinas ficarão sem professor neste começo de semestre letivo.

Ontem, no primeiro dia de aula, o trote atraiu quase todos os alunos presentes. Apesar de algumas faixas de protesto na universidade, o clima era de descontração. "Os veteranos me contaram que a PUC está em crise. Mas hoje o pessoal quer é curtir", disse Bruno Bianchi, 18, calouro de turismo, sem cabelo e com o rosto pintado.


 

Crise nas IES

Demissões também afetam pós-graduação
Fonte: O Povo - CE

03/03/2006 - Além da falta de professores para algumas disciplinas, que deverão ser preenchidas com novas contratações, as demissões na PUC em São Paulo também afetaram a pós-graduação. Em áreas como Comunicação e Semiótica, Psicologia, Educação e Direito, vários alunos de mestrado e doutorado perderam seus orientadores.

De acordo com a vice-reitora acadêmica, Bader Burihan Sawaia, a universidade está estudando as soluções que podem ser tomadas para não prejudicar os alunos, principalmente os que estão próximos da defesa de dissertação e tese. Uma das medidas deverá ser redistribuir os orientandos entre outros professores. (das agências)
 

Crise nas IES

Prestígio da PUC permanece apesar de problemas, avalia jornalista
Fonte: Folha de São Paulo

03/03/2006 - O jornalista da Folha de S.Paulo Fábio Takahashi, 25, participou nesta quinta-feira de um bate-papo com 971 internautas sobre a crise na PUC-SP. Ele disse acreditar que a imagem da instituição como referência de ensino não será prejudicada, embora ela deva enfrentar problemas no início deste ano letivo.
Sob a intervenção da Igreja Católica, desde o início do ano, a universidade --cujo déficit mensal é de aproximadamente de R$ 4 milhões-- já foi obrigada a cortar 30% de seu quadro de professores e funcionários para cumprir metas dos bancos credores.

Claro que o tombo foi grande, mas a PUC deve se manter como uma referência no ensino. Ela é uma das poucas universidades privadas em que os professores têm tempo para se dedicar à pesquisa, o que faz diferença na hora de ensinar. Isso se mantém.

Para Takahashi, o maior problema da PUC enfrenta no momento é distribuir as disciplinas entre os professores, já que quase 30% dos docentes foram demitidos. A reitoria diz que a situação está relativamente contornada. Deverá haver dificuldades, sim, mas não acredito que a queda seja tão acentuada que o curso de direito deixe de ser um dos melhores do país.

O jornalista afirma que, há cerca de 20 anos, quando ainda recebia verbas estatais, a PUC conseguia manter uma estrutura maior do que as demais universidades particulares, com certa tranqüilidade. O problema começou com a perda dos subsídios e se agravou em 2003, quando os salários dos professores começaram a sofrer constantes atrasos.

O diagnóstico que mais se ouve na universidade é que ela cresceu academicamente, mas a gestão para isso não acompanhou. E isso vem de décadas. Só que a situação agora ficou insustentável. Imagina um déficit mensal de R$ 4 milhões, sendo que as receitas são de R$ 22 milhões?

Intervenção Os primeiros cortes anunciados pela reitoria da universidade derrubavam apenas parte do déficit e não todo ele, como exigiam os bancos credores. Como é fiadora da dívida bancária da universidade, a Igreja Católica interveio e determinou novas demissões.

Embora reconheça as dificuldades enfrentadas pela reitora Maura Véras em embates contra a Igreja, Takahashi acredita que, permanecendo no cargo, ela ainda concentra algum poder de negociação.

Com a nova formação da Fundação São Paulo (com dois padres e a reitora), a reitora é voto vencido nas questões polêmicas. Mas ela conseguiu reverter 25 demissões de professores, o que mostra que, ao menos em parte, ela tem uma margem para negociação.

 

Crise nas IES

PUC-SP volta às aulas com falta de professores em alguns cursos
Fonte: O Estado de São Paulo

03/03/2006 - O clima no campus Monte Alegre foi típico de primeiro dia de aulas

SÃO PAULO - Vários cursos da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) começaram o semestre hoje sem professores para todas as disciplinas. O problema, que segundo a reitoria afeta mais os alunos de terceiro e quarto ano, e as Faculdades de Economia, Administração e Direito, deverá ser resolvido em cerca de duas semanas com a contratação de professores temporários. No entanto, eles terão um regime de trabalho diferenciado, que seguirá uma tabela de pagamento estipulada pelos interventores da Fundação São Paulo, mantenedora da universidade.

A partir de agora, todas as novas contratações seguirão o mesmo padrão: os valores serão mais baixos do que os pagos atualmente e o regime de contratação, chamado de probatório, durará dois anos. A partir daí, o professor passará por uma avaliação e, se for aprovado, entrará para o quadro de professores regulares da instituição.

Mesmo assim, o clima pela manhã, no campus Monte Alegre (zona oeste), foi típico de primeiro dia de aulas. Trote de veteranos nos calouros, pedágio na avenida Sumaré e pequenos grupos que lotaram os bares das redondezas.

 

Crise nas IES

Governo federal estuda socorro à PUC-SP
Fonte: Folha de São Paulo

03/03/2006 - MEC se reúne na segunda para discutir assunto; universidade já contrata novos professores com salários menores

O Ministério da Educação realizará uma reunião interna na próxima segunda-feira, em Brasília, para definir estratégias que sirvam como forma de ajuda para a ""solvência" da PUC-SP.

A universidade católica passa por grave crise financeira, que culminou com a demissão de 30% de professores e funcionários.

O governo estuda conceder um financiamento do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) -a federalização, porém, não é cogitada.
As informações são do ministro interino da Educação, Jairo Jorge, que esteve em Porto Alegre.

""Dom Cláudio [Hummes, arcebispo de São Paulo, que ocupa o principal cargo da PUC] fez uma solicitação, e o presidente [Luiz Inácio Lula da Silva] nos pediu para analisar o caso. Sem dúvida, essa situação da PUC exige soluções. Trata-se de uma crise recuperável. Temos de fazer esforços para a PUC se tornar solvente", afirmou Jorge. A universidade deve R$ 82 milhões aos bancos Bradesco e ABN Amro.

Para o ministro interino, o pedido de ajuda feito pelo cardeal ""é um apelo sensível e correto".

Negociações
A Folha apurou que dom Cláudio encontrou Lula no início de janeiro, em Brasília, para negociar um empréstimo do BNDES com condições mais vantajosas do que as do Bradesco e do ABN Amro -teve como resposta que a situação seria resolvida.

Dias depois, porém, dom Cláudio recebeu uma proposta do Banco do Brasil, com condições semelhantes às dos dois bancos privados. O cardeal não aceitou.
Ele alterou a formação da Fundação São Paulo (mantenedora da PUC) para que a Arquidiocese de São Paulo fizesse o corte para acabar com o déficit mensal de R$ 4,3 milhões -exigência dos bancos credores. Até então, a reitoria havia atingido cerca de 75% da meta. Assim, foram demitidos 211 docentes e 114 funcionários.

Salários menores
Como conseqüência da crise, professores que agora forem contratados na PUC-SP receberão um salário até 56% menor do que antes da crise financeira. Cerca de 70 pessoas deverão ser admitidas nas próximas semanas já com essa nova faixa salarial.
A redução ocorrerá nos dois anos iniciais do professor na universidade, período chamado de probatório. Antes, quem estivesse na "fase de teste" já recebia como um profissional do quadro fixo.

Exemplo: um assistente-doutor tem salário de R$ 7.300; com a mudança, quem estiver nessa função, mas na fase probatória, receberá R$ 3.200. Em outros cargos, as quedas ficam entre 36% e 44%. A PUC afirma que os novos valores têm como base os da USP.

Após o período probatório, se o docente for bem avaliado e houver vaga, ele entrará no quadro permanente e terá os mesmos benefícios e salários que os demais.

"Esse período já existia. O que mudou foi a faixa salarial. Definimos isso na semana passada, após negociação com a Fundação São Paulo", disse ontem a vice-reitora acadêmica, Bader Sawaia.

Questionada se esse salário menor não pode trazer perda de qualidade acadêmica, Sawaia disse que "isso é uma preocupação". Porém, ela avalia que, como o professor poderá entrar na carreira regular após os dois anos, a universidade continua atrativa.

Para Erson de Oliveira, diretor da Apropuc (associação dos docentes), "o objetivo é claro: demitir professores antigos e contratar outros mais baratos". Ele disse também que o rebaixamento salarial obriga os professores a ficarem mais tempo na sala de aula e menos tempo pesquisando. "Isso afeta a qualidade acadêmica."

Já para o professor Eduardo Cruz, do movimento PUC Livre (que surgiu por discordar da Apropuc), a contratação de docentes "traz novas visões para a universidade". Ele declarou, no entanto, que a perda de experiência também deve ser considerada.

Contratações
Cerca de 70 contratações já estão em curso na PUC. Esses professores irão cobrir a primeira onda de demissões, feita pela reitoria, em que 261 foram cortados.

Essas demissões, somadas a medidas administrativas, geraram um corte de cerca de 75% do déficit mensal. O enxugamento não foi aceito pelos bancos, a Arquidiocese interveio e demitiu outros 211 -a reitoria reverteu 25.
A PUC está finalizando a avaliação da segunda onda de cortes. Mesmo assim, a vice-reitora acadêmica afirma que "poucas" disciplinas ficarão sem professor neste começo de semestre letivo.

Ontem, no primeiro dia de aula, o trote atraiu quase todos os alunos presentes. Apesar de algumas faixas de protesto na universidade, o clima era de descontração. "Os veteranos me contaram que a PUC está em crise. Mas hoje o pessoal quer é curtir", disse Bruno Bianchi, 18, calouro de turismo, sem cabelo e com o rosto pintado.
 

Instituições de Ensino Superior

Universidade nega irregularidade
Fonte: Jornal Vale Paraibano

03/03/2006 - Outro Lado - Universidade nega irregularidadeSão José dos Campos
Em nota, a Unip (Universidade Paulista) confirmou que recebeu no dia 26 de outubro de 2005, da 6ª Vara Cível de São José dos Campos, ordem para "que os impetrantes recebam o mesmo tratamento dispensado aos alunos em dia com suas mensalidades". A ordem da Justiça foi cumprida, segundo a universidade.

Entretanto, nesse mandado de segurança os alunos não solicitaram que se fizesse a matrícula, segundo a Unip.

De acordo com a Universidade, em seguida, (os alunos) impetraram um novo mandado de segurança na 1ª Vara Federal de São José dos Campos, agora com pedido liminar para matricularem-se no 7º semestre, que teve início em julho de 2005. O juiz negou a liminar, segundo a Unip.

De acordo com a nota, "assim, a Unip não renovou, não renovará as matrículas desses alunos, pois a lei permite que as escolas não matriculem alunos com débitos de mensalidades de semestres anteriores no semestre seguinte".
 

Instituições de Ensino Superior

Unip barra entrada de alunos inadimplentes
Fonte: Jornal Vale Paraibano

03/03/2006 - A Unip (Universidade Paulista) de São José dos Campos é acusada de impedir o acesso de dois alunos inadimplentes do curso de direito, que conseguiram na Justiça liminar garantindo a continuidade das aulas.

A liminar, que garantiria a entrada dos estudantes na universidade até a negociação do pagamento dos débitos, foi concedida em outubro do ano passado pelo juiz substituto Gustavo Henrique Bretas Marzagão, da 6ª Vara Cível de São José.

No despacho, o juiz afirmou que deve ser garantido aos inadimplentes "o mesmo tratamento dispensado aos alunos em dia com suas mensalidades, sem qualquer tipo de restrição, impedimento ou discriminação".

A Unip informou que cumpriu a liminar até o final de 2005 e que os estudantes não efetivaram a matrícula para este ano. Por isso, foi proibido o acesso dos alunos à universidade (leia texto nesta página).

"Eu quero que seja cumprida a liminar. Liminar não se discute, se cumpre. A Unip pode até recorrer da decisão judicial, mas não pode nos impedir o acesso", disse Claudenice Aparecida Pereira, um dos estudantes inadimplentes.

Segundo a universitária, em dezembro, a Unip tomou sua autorização para entrar na universidade e desde então é impedida de ir à faculdade. Ele mantém dívida com a Unip desde 2003.

Claudenice disse que já pensou até em ficar algemada em frente à faculdade como forma de protesto. "É um absurdo uma faculdade que ensina a prática do direito ter uma postura como esta."

REAÇÃO - O aluno Jorge Brito, que também passa pela mesma situação, disse que a Unip se aproveitou de uma questão de interpretação para impedir o acesso deles este ano. Ele não paga a mensalidade do curso há um ano e meio.

"A Unip interpretou que, na decisão da liminar emitida pelo juiz, ele não colocou a matrícula. Entendo que ser tratado com igualdade em relação aos outros alunos também inclui a matrícula. A gente tem o direito de frequentar a escola sem ser impedido."

O caso já foi parar na polícia, que elaborou no último dia 14 um boletim de ocorrência de Averiguação de Desobediência. No próximo dia 27, está previsto um depoimento no 8º Distrito Policial sobre o caso.

Os dois alunos também prepararam nesta semana uma carta aberta à população, divulgando as restrições de acesso impostas a eles pela universidade.

AVALIAÇÃO - O presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de São José dos Campos, Ubirajara Berna de Chiara Filho, disse "estranhar" o impedimento do acesso dos alunos à faculdade.

"O próprio MEC (Ministério da Educação e Cultura) recomenda que os alunos com débitos continuem tendo aulas. A falta de pagamento das mensalidades é um problema administrativo. Se existe uma liminar, ela tem que ser cumprida. A desobediência pode dar até cadeia."
 

Instituições de Ensino Superior

Vento em popa
Fonte: O Tempo

03/03/2006 - Vão de vento em popa os negócios do empresário e senador Wellington Salgado. A Associação Salgado de Oliveira de Educação e Cultura, que mantém as duas UNIVERSIDADEs do senador, Universo e Unitri (UNIVERSIDADE do Triângulo), cresceu 33,38% no ano passado? uma das melhores performances no ensino superior brasileiro.

ProUni

PROUNI - Estudante recebe bolsa
Fonte: Universia

03/03/2006 - O governo federal anunciou que dará ajuda de custo de R$ 300 a todos os estudantes em regime integral do Programa Universidade para Todos (Prouni). Em todo o país, são 63.536 bolsas integrais para o primeiro semestre deste ano, sendo que em Minas Gerais, há 7.032 integrais, das 9.731 do estado. É a primeira vez que esse tipo de benefício é concedido, em um ano de programa. A medida foi publicada dia 24, no Diário Oficial da União, pela Portaria nº 569 do Ministério da Educação.

A bolsa será concedida exclusivamente para custeio de despesas educacionais aos estudantes matriculados em cursos de agronomia, ciência da computação, enfermagem, engenharias, farmácia, fisioterapia, informática, medicina, odontologia e veterinária. A medida é mais um passo na consolidação do ProUni. Mesmo com a bolsa integral, muitos jovens têm dificuldade para se manter na universidade por terem de pagar transporte, alimentação e material didático.

Candidatos reclassificados no Prouni têm até o dia 10 para apresentar documentação nas instituições particulares em que conseguiram a vaga. O prazo, que se encerrava amanhã, foi prorrogado. A lista dos aprovados pode ser conferida na página eletrônica www.prouni-inscricao.mec.gov.br/ prouni. Os reclassificados poderão ocupar as bolsas não-preenchidas, ou pela ausência dos pré-selecionados na apresentação de documentos ou pela falta de comprovação de algum dos dados pessoais informados na inscrição.

O Prouni é o programa do MEC que possibilita o acesso de jovens de baixa renda à educação superior, com bolsas de estudo integrais e parciais, a estudantes de cursos de graduação e seqüenciais de formação específica, em instituições privadas de educação superior, oferecendo em contrapartida isenção de alguns tributos àquelas que aderirem ao programa.

Pós-graduação, MBA

Formação inovadora para gestores em moda
Fonte: Maxpress

03/03/2006 - Após o bem sucedido lançamento do seu primeiro curso de Pós-Graduação em Direção de Criação em Moda, a FAAP e o Instituto Brasil de Arte e Moda anunciam novo curso na área de gestão. O Instituto é fruto da parceria entre a ABIT - Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção e o MASP - Museu de Arte de São Paulo.

As principais necessidades da indústria da moda brasileira e internacional e as mais modernas técnicas de gestão serão abordadas por profissionais altamente qualificados no mais novo curso desenvolvido pela FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado), em conjunto com o Instituto Brasil de Arte e Moda. Com início previsto para o mês de abril de 2006, o MBA Gestão Estratégica em Moda formará profissionais de gestão para ocupar posições de direção em empresas da indústria têxtil, vestuário e afins, fortalecendo a posição do Brasil no cenário internacional como um novo formador de mão-de-obra especializada em moda.

O programa conta com profissionais capazes de desenvolver uma visão estratégica do negócio, aliando os elementos de gestão às dimensões do design e da comunicação. Sua estrutura inovadora e arrojada apresenta um currículo interdisciplinar e transversal que engloba gestão estratégica, design e tecnologia, refletindo as realidades competitivas globais do universo da moda, além de workshops para discussões de casos concretos e testemunhos de especialistas e profissionais atuantes nas diversas áreas da cadeia da moda.

Ministrado na sede do Instituto na Galeria Prestes Maia, o curso terá coordenação do especialista internacional em moda Amnon Armoni, que possui 17 anos de experiência em direção de programas em instituições de ensino superior de moda, como o Fashion Institute of Technology (FIT), de Nova York, e o Institut Français de la Mode (IFM), de Paris. O corpo docente será formado pelos melhores profissionais do segmento.

O MBA terá duração de 402 horas, num total de 15 meses, e será voltado para profissionais com formação superior nas áreas de administração, engenharia e design, que buscam formação na área gerencial. Com amplas oportunidades de contato com as principais escolas de moda do mundo pela parceria com o IFM, o curso busca proporcionar formação cultural em moda, marketing, tecnologia e gestão, fornecendo conhecimentos avançados nas mais diversas áreas da cadeia têxtil e de moda.

Relação Privilegiada

No decorrer das aulas, os alunos terão oportunidades de dialogar e interagir com as mais importantes empresas do setor e seus gestores, por meio da participação efetiva da ABIT e seus associados em sala de aula, além da experiência da FAAP, que já trouxe ao campus para contato com os estudantes personalidades ilustres, como Pierre Cardin, Lacroix, Oscar de La Renta, Ocimar Versolato e Reinaldo Lourenço.

O Instituto Brasil de Arte e Moda

O Instituto Brasil de Arte e Moda, parceria entre a ABIT e o MASP, é a primeira instituição nacional a unir as áreas da indústria, cultura e educação, com a missão de fortalecer a posição do Brasil como um importante centro criador e exportador de moda.

As atividades do Instituto são divididas em três núcleos: Núcleo de Formação, Núcleo de Informação e Pesquisa e Núcleo Cultural.

- Núcleo de Formação: oferece cursos de pós-graduação em Direção de Criação em Moda e Gestão Estratégica em Moda, além de cursos de educação continuada para profissionais. Este núcleo funciona em parceria com a FAAP - Fundação Armando Alvares Penteado.

- Núcleo de Informação e Pesquisa: em colaboração com o SENAI-SP, irá dispor de biblioteca, fototeca, videoteca e teciteca, formando um centro de memória da moda aberto ao público em geral, além de profissionais, pesquisadores e estudiosos do segmento.

- Núcleo Cultural: formador de um novo e importante acervo de moda contemporânea. Esse núcleo, em conjunto com o MASP, irá abrigar uma programação intensa de atividades relacionadas à área.

 

Pós-graduação, MBA

Ibmec tira dúvidas sobre cursos de MBA
Fonte: Cliente SA

03/03/2006 - O Ibmec São Paulo promove na próxima terça-feira, 7 de março, o Encontro com a Coordenação do MBA Executivo e do MBA Finanças, que será realizado no Novo Campus da Escola, localizado na Rua Quatá, 300, Vila Olímpia. A sessão tem o objetivo de esclarecer dúvidas dos futuros estudantes, que também poderão visitar as novas instalações da instituição.

Além de conhecer mais sobre os cursos, os participantes poderão tirar dúvidas como: Por que cursar um MBA? Quais as vantagens? Qual o perfil do curso? Qual é o retorno esperado? Os encontros são promovidos pelos coordenadores do MBA Executivo e MBA Finanças e são gratuitos.

O MBA Executivo e o MBA Finanças do Ibemc São Paulo são cursos lato sensu que aliam o rigor acadêmico ao pragmatismo exigido pelo mercado de trabalho, em que os alunos são colocados à frente de condições que reproduzem o ambiente profissional.

Serviço
Data: 7 de março
Horário: às 20h
Endereço: Rua Quatá, 300, Vila Olímpia - São Paulo/SP
Informações e inscrições pelo telefone (11) 4504-2300, pelo e-mail contactcentersp@ibmec.br ou no site www.ibmecsp.edu.br

 

Ministério da Educação

MEC participa da Bienal Internacional do Livro de São Paulo
Fonte: Assessoria de Imprensa - Mec

03/03/2006 - A participação do Ministério da Educação na 19° Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que será realizada entre os dias 9 e 19 de março, no Pavilhão de Exposições do Parque Anhembi, na zona norte da capital paulista, será marcada pelo lançamento de publicações e materiais que abordam diversas áreas da educação.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira
(Inep) lançará dois novos títulos na bienal: Fundeb - Avanços na
Universalização da Educação Básica, organizado por Maria José Rocha Lima e
Vital Didonete, e A Formação do Cidadão Produtivo - A Cultura de Mercado no
Ensino Médio Técnico, uma coleção de textos compilados por Gaudêncio
Frigotto e Maria Ciavatta. "Essas obras são muito importantes para que o
público conheça as propostas do MEC, como o Fundo da Educação Básica
Fundeb), e a respeito das inovações do ensino médio técnico", afirma o
presidente do instituto, Reynaldo Fernandes.

A Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec/MEC) levará ao
evento, principalmente, cartilhas e cadernos temáticos. Ao todo, são mais de
5.500 volumes, entre revistas sobre educação profissional, folders
institucionais e exemplares da Legislação Básica da Educação Profissional. A
Secretaria de Educação a Distância (Seed/MEC) programou a exposição de
folders do Programa Universidade Aberta do Brasil. A Secretaria de Educação
Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad/MEC) apresentará uma série de
livros assinados por autores indígenas.

O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE/MEC) fará a exposição
dos 300 títulos infantis que integrarão o Programa Nacional Biblioteca da
Escola (PNBE). Os livros, voltados para escolas da primeira à quarta série
da rede pública, foram escolhidos por universidades contratadas pelo MEC.
São seis milhões de livros que beneficiarão 136.389 escolas e 17 milhões de
alunos. O total de recursos investidos é de R$ 49 milhões.

Segundo o diretor de Ações Educacionais do FNDE, Daniel Balaban, o acervo do
PNBE será exposto na bienal para que as pessoas conheçam o programa, em
especial, o público infantil, já que o FNDE tem diversas atividades
destinadas a esta faixa etária programadas para o evento. "É importante que
as pessoas saibam que o MEC compra livros para formar as bibliotecas das
escolas. Ou seja, todas as escolas públicas do país têm recebido livros de
literatura do FNDE como incentivo à leitura e ao aprendizado das crianças e
dos estudantes. A bienal é um local onde esforços se unem para conseguir
auxiliar o incremento da literatura nas escolas brasileiras", afirma.
A Capes levará para a Bienal do Livro o Portal de Periódicos, o Portal de
Acesso Livre, e ainda divulgará o prêmio para os melhores artigos
científicos produzidos sobre o Portal de Periódicos. Os estudos apresentados
deverão abordar o tema A Influência do Portal de Periódicos na Pós-Graduação
Brasileira. "Desta forma, queremos avaliar o quanto esse serviço tem
contribuído, nos últimos cinco anos, para o desenvolvimento da pesquisa e
para o fortalecimento da pós-graduação no Brasil", explica o presidente da
Capes, Jorge Almeida Guimarães.

Estação Leitura - Um dos eventos programados para o estande do MEC é o
Estação Leitura, cujo objetivo é promover encontros com crianças, jovens e
adultos. Estão previstos dez encontros de leitura com escritores e autores,
que se incluem no Programa Nacional Biblioteca da Escola. As atividades,
conforme Daniel Balaban, têm a finalidade de divulgar as publicações do PNBE
e proporcionar ao público jovem um contato mais direto com autores. "Os
eventos do Estação Leitura justificam-se na medida em que dão às publicações
do FNDE, em especial ao Programa Nacional Biblioteca da Escola, a utilidade
e visibilidade merecidas em uma bienal, aproveitando parte da estrutura já
instalada na Feira do Livro para a exposição do projeto, com atividades
afins", afirma Balaban.

Agenda - A Bienal Internacional do Livro de São Paulo, uma das maiores e
mais importantes feiras de livros do mundo, oferece uma diversificada agenda
de ações culturais, seminários e atividades profissionais, priorizando o
incentivo ao hábito da leitura. Serão mais de 320 expositores distribuídos
em 57 mil metros quadrados da feira. Para este ano, é aguardado um público
em torno de 800 mil pessoas. A bienal é promovida pela Câmara Brasileira do
Livro (CBL).

Saiba mais a respeito da participação do MEC na programação
cultural oficial da
19° Bienal Internacional do Livro de São Paulo. (Cristiano Bastos)
Brasília, 2/3/2006

 

Geral

Alunos da Anhanguera Educacional economizam mais de 80% na compra de livros
Fonte: Maxpress

03/03/2006 - A Anhanguera Educacional abre um novo caminho no mercado de livros universitários no Brasil. O Programa Livro-Texto (PLT), que começou a funcionar em 2005, em dez unidades de ensino da rede, fez com que as obras chegassem aos estudantes da instituição com preços até 88% mais baixos do que no mercado. A iniciativa permite o acesso a livros de qualidade a um baixo custo, além de ser uma das soluções encontradas pela instituição para o combate à pirataria.

O Programa, que conta com a adesão voluntária dos alunos, consiste em uma parceria firmada entre a Anhanguera e quatro editoras nacionais - Saraiva, Pearson, Campus e LTC, em livros das áreas de direito, marketing, administração, informática e engenharia. Com aproximadamente 20 mil estudantes, distribuídos atualmente em onze unidades de ensino superior, a instituição conseguiu ampliar a tiragem dos livros. A produção em larga escala contribuiu para a queda nos custos.

Para o presidente da Anhanguera Educacional, professor Antonio Carbonari Netto, o Programa do Livro-Texto permite o acesso dos alunos ao material didático, fundamental para o bom desempenho acadêmico. "Este recurso garante o sucesso no processo de ensino-aprendizagem, além de fazer chegar aos autores os direitos autorais o que as cópias xerografadas não fazem. É também uma ferramenta eficaz na implementação efetiva do projeto pedagógico da instituição e uma forma de coordenar melhor o que está sendo ensinado e aprendido", completa.

Cada livro do PLT contém uma compilação dos capítulos que serão utilizados no ano letivo em uma determinada disciplina ou o texto do livro inteiro - se assim foi planejado. Assim, o aluno adquire a obra para constituir sua biblioteca com um preço bem inferior, e cada uma contendo exatamente os capítulos que precisa ou todos. Existe ainda, pela própria instituição, o parcelamento do pagamento, que pode ser feito em até três vezes no boleto mensal da faculdade.

Segundo Henrique Farinha, diretor editorial universitário e de publicações eletrônicas da Editora Saraiva, uma das parceiras da Anhanguera no empreendimento, a iniciativa pioneira é a partida para que a indústria livreira tente recuperar cerca de R$ 400 milhões, que somem anualmente com as cópias piratas. Isso porque as obras customizadas pela mantenedora pagam os direitos autorais e editoriais das publicações.

Farinha analisa que, no Brasil, 10% dos estudantes de nível superior compram livros, enquanto no mercado internacional esse índice salta para 40%. Para ele, o PLT é um programa inteligente por buscar um mercado que já existe. "Se outras universidades adotarem programas como esse da Anhanguera Educacional, a pirataria de textos no Brasil seria reduzida em 50%.", conclui.

Em 2005, foram lançados onze títulos (um deles em dois volumes), acumulando quase 65 mil exemplares. O destaque ficou por conta da obra da disciplina Direitos Humanos e Relações Internacionais, 1ª parte, customizado a partir do livro do Prof. Dr. Manoel Gonçalves Ferreira Filho (USP), da Editora Saraiva. O livro chegou para os alunos com um desconto de 88%.

Para o ano de 2006, o responsável pelo programa, Prof. Adauto Damásio fez uma projeção das publicações a serem lançadas. Serão cerca de 25 obras, gerando aproximadamente 120 mil exemplares.

A empresa

Fundada em 1994, a Anhanguera Educacional S.A., entidade mantenedora de várias unidades de ensino superior no Estado de São Paulo, possui hoje, aproximadamente 22.000 alunos, 800 professores e 600 funcionários administrativos. Ao todo são 120 cursos oferecidos em 40 modalidades, em 11 unidades educacionais, localizadas em Campinas (3), Jundiaí, Limeira, Matão, Santa Bárbara D""Oeste, Taubaté, Valinhos, Leme e Pirassununga.

Em 2005, foram investidos R$ 27 milhões no programa de expansão e desenvolvimento de suas unidades. Para os próximos três anos, estão programados mais R$ 110 milhões em inversões internas e de desenvolvimento de novas unidades. Esses investimentos estão sendo possíveis em função da operação do Fundo de Educação para o Brasil, criado pela Anhanguera Educacional e coordenado pelo Banco Pátria, também cotista. "Temos o melhor corpo docente e infra-estrutura, com preço acessível, para que o aluno possa ingressar no ensino superior de qualidade e desenvolver seu Projeto de Vida com competência profissional", enfatiza o professor Antonio Carbonari Netto, presidente da Anhanguera Educacional.



 

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Universidades são ‘privatizadas’
Fonte: Folha de São Paulo

03/03/2006 - O processo de privatização já começou nas universidades públicas do país a partir do momento em que foram instaladas as fundações universitárias. A denúncia é da presidente do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN), Marina Barbosa, que está em Cuiabá para participar do 25º Congresso do Andes, que acontece na capital entre os dias 5 e 10 de março, na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

“São as fundações que fazem as intermediações com o mercado para a realização de projetos de pesquisa. A ausência do investimento público subordina as universidades aos investimentos do mercado externo. E as fundações vêm crescendo não apenas em número, mas na participação dentro das universidades, o que é uma formatação que está descaracterizando as instituições públicas. Não há um prazo estabelecido para que sejam privatizadas, mas o processo está acontecendo e estamos somando forças para fazer a universidade pública sobreviver”, explicou Marina, afirmando que o Andes-SN é contra a instituição de fundações.


Marina também falou sobre a proposta de emenda na Constituição Federal sobre o financiamento público das universidades. “Pela Constituição, de todo valor arrecadado com imposto, 18% tem que ser destinado para a educação, mas não acontece por que há a desvinculação de receitas da união (DRU), que guarda 20% do repasse para eventualidades. Da arrecadação nacional, dos 100%, menos de 40% é por meio de impostos, o que quer dizer que esses 18% partem desses 40%. O que queremos é que os 18% sejam referentes ao 100%”, completou a professora-doutora de Serviço Social da Universidade Federal Fluminense.

Outra preocupação do Andes e que deverá entrar em discussão durante o congresso nacional em Cuiabá é a expansão do ensino público superior. “O governo vem apresentando um discurso no sentido de retórica na questão do ensino público com a expansão do setor público que preocupa os docentes. Não há definição clara de verbas para expansão. Não há definição de cargos. Durante a greve o governo prometeu quatro mil vagas, depois ficamos sabendo que destas 1.800 eram para expansão. Há cinco anos nosso déficit era de 8 mil professores. Hoje, quase 30% dos professores são substitutos. Queremos que aconteça o processo de expansão, mas não em detrimento das outras instituições de ensino público.”

 

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Univem aprova 53% no exame da OAB
Fonte: Univem

03/03/2006 - As últimas divulgações dos resultados dos Exames da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no país não foram das mais promissoras e otimistas.

Na nova modalidade adotada pela OAB, o índice de aprovação dos alunos é feito pela média de aproveitamento geral e, sendo assim, todas as instituições estão
sendo niveladas por baixo (a última média foi de 17%). As manchetes, quase
sempre em letras garrafais, dão conta de que o nível caiu ainda mais, que os
cursos de Direito estão em baixa e que os profissionais formados não estão
capacitados para atuar no mercado.

Este é um erro que precisa ser corrigido com urgência.

"Ao divulgar a média geral, ou mesmo por estado, todas as IES do país são
colocadas na mesma linha de desempenho, quando na verdade as boas
instituições acabam sendo prejudicadas por uma informação que não
corresponde ao quadro real", afirma o Prof. Dr. Luiz Vieira Carlos,
coordenador do curso de Direito do Centro Universitário Eurípides de Marília
- UNIVEM.

Para fazer tal afirmação o coordenador se baseia nos resultados obtidos
pelos egressos do UNIVEM nos últimos exames da OAB, em que a média de
aprovação sempre ficou bem acima dos minguados índices divulgados. Na
primeira fase deste ano, por exemplo, realizada no dia 22 de janeiro, dos
122 candidatos aprovados para a segunda fase, 53,28% são ex-alunos do
UNIVEM, índice que é classificado como excelente, tendo em vista o rigor das
provas que aferem, de fato, o conhecimento obtido.

Há de se considerar, ainda, que nem sempre o aluno sai da faculdade
diretamente para o exame. Muitas vezes, deixa para fazer mais adiante e pode
não ter um desempenho tão satisfatório, em razão da falta de uma atualização
ou revisão das matérias.

Para chegar a este resultado, Vieira Carlos explica que é preciso fazer um
trabalho de mineração de dados, ou seja, acessar a lista de aprovados
divulgada pela OAB e conferir nome por nome, para saber quem é egresso do
UNIVEM, isto considerando alunos de várias séries e de vários anos. Ele
propõe que a OAB adote um esquema de inscrição para os exames. "Entre outras
informações, o candidato diria a escola onde se graduou e o ano em que colou
grau".

O coordenador do curso de Direito do UNIVEM também enfatiza que a exigência
quanto ao desempenho dos estudantes em sala de aula é constante. "Nos
preocupamos em atualizar currículos e manter um quadro de professores
altamente especializado, gente que vive o Direito em suas mais variadas
instâncias", diz.

"Além da alta perfomance em sala de aula, o UNIVEM também incentiva os
alunos à prática da cidadania e da responsabilidade social, promovendo ações
que os levam para o contato direto com a comunidade e suas necessidades",
complementa o reitor do UNIVEM, Dr. Luiz Carlos de Macedo Soares, citando
como exemplo o caso da Declaração Anual de Isentos (feita gratuitamente no
Terminal Urbano), o Trote Solidário, o Dia da Livre Iniciativa, a
Assistência Judiciária gratuita, a participação na Faculdade da Melhor
Idade, entre outros projetos.

A instituição é uma das poucas do Brasil a contar como Selo OAB de
Qualidade, uma distinção ímpar, e o programa de Mestrado em Direito, que já
recebeu nota 4 na avaliação publicada pela Capes (Coordenação de
Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), que atesta a alta qualidade
do curso. "Os programas de mestrado podem receber notas de zero a cinco",
lembra o reitor. "Essa conquista se deu em seis anos de funcionamento do
curso, que já é considerado um dos cinco melhores do país", finaliza.

O coordenador do Núcleo de Apoio a Pesquisa e Extensão do UNIVEM, Profº
Sérgio Aguilar, explicou que um outro diferencial que colabora para o
sucesso dos estudantes da Instituição é que a mesma é uma das poucas não
públicas que investem em pesquisa. "Todos os professores doutores
desenvolvem pesquisa investigando uma das linhas de pesquisa da
Pós-Graduação que são : A Construção do Saber Jurídico e a Crítica dos
Fundamentos Dogmáticos Jurídicos. Atualmente quatro grupos do curso de
Direito estão cadastrados no CNPQ. Além disso, o incentivo para desenvolver
temas no Programa de Iniciação Científica ou participar de atividades
complementares e de extensão permite a aquisição de capacidades que
ultrapassam os limites da sala de aula", concluiu.
 

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Abertas inscrições para curso jornalismo cultural em Uberlândia
Fonte: Jornal do Brasil

03/03/2006 - Estão abertas até o dia 6 de março as inscrições para o curso de Jornalismo Cultural a ser ministrado pelo editor do site www.jornalismocultural.com.br, o jornalista Fabio Gomes, na Uniube (Universidade de Uberlândia).

Esta edição do curso é especialmente indicado para estudantes de Jornalismo, jornalistas e profissionais do meio artístico que tenham interesse no fazer jornalístico-cultural. O programa do curso inclui conceito e histórico de Jornalismo Cultural, cobertura de eventos culturais, entrevista, organização do material apurado, gêneros de texto do jornalismo cultural(comentário, crítica, resenha, nota, reportagem, ensaio), e informações sobre o mercado de trabalho na área.

As inscrições podem ser feitas através do site da Uniube. Valor das inscrições: uma entrada mais duas parcelas iguais de R$ 82,00. As aulas serão ministradas de 13 a 17 de março, das 18h às 22h, no campus Uberlândia da Uniube.
 

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Centro Paula Souza entrega faculdade e escola técnica
Fonte: Universia

03/03/2006 - A Faculdade de Tecnologia (Fatec) e a Escola Técnica (ETE), localizadas no bairro São Luis, capital paulista, serão inauguradas hoje. Na ocasião, também devem ser assinados os decretos de criação de mais sete Fatecs: Carapicuíba, Itapetininga, Marília, Pindamonhangaba, Praia Grande, São José dos Campos e Tatuí. A Fatec zona sul, inspirada pelos excelentes resultados obtidos com a instalação da Fatec zona leste, ambas construídas em regiões carentes de ensino público e de qualidade, oferece o curso de Informática com ênfase em Gestão de Negócios (80 vagas no total, nos períodos tarde e noite). A ETE zona sul oferece os cursos técnicos em Administração e Eletrônica, (80 vagas cada, nos períodos tarde e noite).

As aulas da Fatec ZS e da ETE ZS começam dia 6 de março. As demais Fatecs para as quais houve 5.142 inscritos, terão processo seletivo no próximo dia 5 março, com exceção da Fatec Praia Grande, cujo Vestibular aconteceu no final de 2005 .

Cursos inéditos Além de contribuir para aumentar os índices de empregabilidade de jovens, a ampliação do ensino técnico e tecnológico impulsiona o crescimento econômico da região, pois todos os cursos estão afinados com o setor produtivo e o mercado de trabalho.

As novas faculdades também acrescentam novos cursos à ampla gama de modalidades já oferecida pelo Centro Paula Souza. No interior, a Fatec Marília oferece o curso Tecnologia em Alimentos (80 vagas no total, nos períodos manhã e noite). A Fatec Itapetininga oferece o curso Tecnologia em Agronegócios (80 vagas no total, nos períodos manhã e noite). E a Fatec Pindamonhangaba oferece o curso Tecnologia em Metalurgia (40 vagas no total, no período noite).

Maior oferta Com as novas Fatecs, amplia-se, ainda, a oferta de vagas de cursos já existentes na instituição. A Fatec São José dos Campos oferece o curso Logística com ênfase em Transportes (80 vagas no total, nos períodos manhã e noite). Na Fatec Tatuí, será ministrado o curso Eletrônica ? modalidade Automação Industrial (80 vagas no total, nos períodos tarde e noite). E, na região da Grande São Paulo, a Fatec Carapicuíba oferece o curso Tecnologia com ênfase em Transportes (80 vagas no total, nos períodos manhã e noite).

CNE

Dez novos integrantes do Conselho Nacional de Educação podem ser escolhidos até o fim do mês
Fonte: Agência Brasil

03/03/2006 - Rio – O Conselho Nacional de Educação (CNE), órgão consultivo e de assessoramento do Ministério da Educação (MEC) mudará, neste ano, dez de seus 24 membros efetivos. Cento e treze nomes foram indicados por 43 entidades da sociedade civil para integrar o CNE, de 2006 a 2010. Segundo a assessoria do gabinete do ministério, a expectativa é que os nomes sejam escolhidos pela Presidência da República até o fim do mês.

O conselho é um órgão que auxilia o MEC na formulação de normas e diretrizes curriculares para a educação básica e superior, no acompanhamento da execução do Plano Nacional de Educação e no diagnóstico de problemas no ensino brasileiro. Uma de suas atribuições mais conhecidas é a autorização do funcionamento dos cursos de graduação de Medicina, Direito, Odontologia e Psicologia.

As indicações, publicadas no Diário Oficial de ontem (1º), serão agora avaliadas pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, que elaborará uma lista com a sugestão de dez nomes para o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. A Presidência poderá recusar até cinco nomes e escolher outros cinco conselheiros, que não precisam estar entre os 113, para colocar no lugar desses que forem recusados.

Caso os conselheiros sejam escolhidos até o fim do mês, a posse acontecerá na primeira reunião do Conselho, que acontece no dia 3 de abril.

Criado em 1995, o CNE é composto por 24 membros. Duas dessas vagas são ocupadas permanentemente pelos secretários de Educação Básica e de Educação Superior do MEC e outras 22 são de membros com mandatos de quatro anos.

A cada dois anos há renovação de parte dos 22 conselheiros. Em 2004, foram substituídos 12 membros que haviam entrado em 2000. Neste ano, serão trocados outros dez nomes, que haviam sido escolhidos em 2002. Os conselheiros podem ficar no cargo por até oito anos consecutivos, caso sejam indicados duas vezes pelo presidente da República.
(Vitor Abdala)
 

Agenda do Ministro

Agenda - 03.02.2006
Fonte: Mec

03/03/2006 - AGENDA - Sexta-feira, 03.3.2006

Ministro interino, Jairo Jorge

10h30 - Profere Palestra no Centro Federal de Educação Tecnológica de Bento Gonçalves.

Local: Bento Gonçalves, Av. Osvaldo Aranha, 540, Bairro Juventude.

19h30 - Participa de aula Magna na Faculdade da Serra Gaúcha.

Local: Caxias do Sul (RS), rua Os Dezoito do Forte, 2366

 

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