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Sábado, 22 de julho de 2006
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Os artigos/opiniões são de inteira responsabilidade de seus
autores.
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Editorial CM Consultoria
Editorial CM Consultoria - "Gasp"! São os Pontos de
Estrangulamento.
Fonte: CM - Consultoria
22/07/2006 - Primeiro: qual o valor de um aluno?
Essa pergunta em uma passada de olhos já da margem a uma dupla
interpretação. O valor de um aluno pode ser estratégico e
financeiro. Por estratégico compreende-se o valor de um aluno
enquanto agente (e futuro agente) de comunicação da Instituição de
Ensino Superior Privada, parceiro produto final do processo de
construção de conhecimento. Toda a qualidade do serviço de uma IES
reside dentro do aluno. Todo o processo de construção e
processamento do conhecimento ocorre no inconsciente dos
estudantes. O aluno é, portanto a concretização do serviço. Sob
essa perspectiva o valor de um aluno é imensurável.
Por outro lado o valor dos discentes é perfeitamente medido. Sob a
ótica operacional e do ponto de vista da receita um aluno vale o
valor da sua mensalidade (da sua contribuição para a escola).
Nessa ótica podemos projetar em tempo presente a soma das
mensalidades de um estudante e dizer com propriedade o benefício
de cada um.
Nessa simulação um cliente no momento em que assina sua matrícula
no balcão na secretaria tem um valor igual a R$ 23.284,91 (se
estiver formalizando o contrato para um curso de graduação). Em
quatro anos, então egresso, irá fazer uma Pós-Graduação e
acrescerá a fórmula dessa sua “avaliação contábil”, R$ 4.746,09.
Por fim a monetização de suas idas a cantina trará mais R$
6.471,75 aos cofres da Instituição.
Este é um aluno satisfeito, portanto fiel, que optará pela
Educação Continuada na própria Instituição onde se formou. Nessa
equação o valor desse aluno, no balcão de inscrição antes do
primeiro dia de aula, em tempo presente é de R$ 34.503,00.
Para chegarmos a esse montante trabalhamos com um valor das 48
Mensalidades do Curso de Graduação de quatro anos de R$ 400, 00,
das 12 parcelas do programa de Pós-Graduação Lato Sensu de R$
350,00. Entendemos, ainda que esse aluno gastou apenas R$ 2,00 por
dia durante esses mil dias letivos (5 anos) em que estudará na IES.
Tudo isso remunerado com um juro mensal de 0.7% (poupança).
Um senhor valor capaz de sensibilizar qualquer funcionário do
atendimento a alta administração da Instituição. Ainda mais quando
essa informação é cruzada com as Taxas de Evasão e com os gargalos
e os pontos de estrangulamento dos Processos Seletivos de
Vestibular.
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Artigos & Opiniões
Raio X do exame da OAB
Fonte: Revista Veja - 1966
22/07/2006 - Primeira fase: são cerca de 100 perguntas de múltipla
escolha sobre dez áreas do direito. Passa à segunda fase quem
acerta pelo menos metade das questões
Segunda fase: é discursiva. O candidato deve redigir um parecer
sobre um caso fictício e opinar sobre cinco situações atuais do
mundo jurídico (o assunto das questões é previamente escolhido por
ele). A nota mínima para passar é 6 (numa escala de zero a 10)
O que os avaliadores levam em conta: nível do raciocínio jurídico,
capacidade de interpretação, habilidade para expor idéias e
correção gramatical
Nível de dificuldade da prova, segundo os advogados ouvidos por
VEJA: alto. Pelo conhecimento prático exigido, os candidatos com
estágios no currículo têm muito mais chance de passar
Por que tantos bacharéis são reprovados?
Oscar Cabral
"É um sinal claro das deficiências do ensino do direito no Brasil.
Para ser um advogado completo,o estudante precisa enriquecer
sua formação fazendo estágios."
José Roberto de Castro Neves
"Porque muitas universidades ainda estão divorciadas da realidade
da profissão e os alunos não levam o curso com a seriedade
necessária para obter os conhecimentos básicos do direito. Para
completar, o nível da prova é bastante elevado."
Leia mais na Revista Veja - Edição 1966
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Artigos & Opiniões
Exame da OAB - A fórmula dos aprovados
Fonte: Revista Veja - 1966
22/07/2006 - A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) acaba de
divulgar o resultado do exame prestado pelos bacharéis
recém-formados em direito de São Paulo: apenas 10% dos 22 000
candidatos passaram no concurso.
A altíssima incidência de reprovados leva a duas conclusões. A
primeira é positiva. Ao elaborar uma prova complexa, cujo sucesso
é pré-requisito para o exercício da advocacia, a OAB está
despejando no mercado de trabalho apenas os melhores. Quem ganha é
a sociedade. Por outro lado, o fiasco coletivo é um sinal do baixo
nível das centenas de novos cursos de direito ofertados no país.
Na maioria dos estados brasileiros, o próximo exame da Ordem está
marcado para 20 de agosto. São concursos que mobilizam 70000
jovens por ano, a segunda maior concentração de formandos do país,
atrás apenas dos de administração de empresas. Para a maioria, a
prova da OAB provoca agonia comparável à do vestibular. VEJA ouviu
bacharéis que passaram no exame. Dois deles dão sugestões para que
outros vençam mais essa etapa da vida acadêmica.
JULIANA GOMES ROSA, 25 anos, formada no Centro Universitário de
Brasília
Quantas vezes prestou o exame: duas
O que deu certo no caso dela
• Ler na íntegra os códigos civil e penal
• Fazer cursinho preparatório e não subestimar as dicas dos
professores para a resolução da prova ("Eles acertam quase todas")
• Ter estagiado num escritório de advocacia
Sugestões para resolver a prova
• Na segunda fase, na qual se permite levar livros para consulta,
incluir as edições dos Códigos comentados e obras com referências
de casos anteriores
• Escrever de forma direta e concisa na prova discursiva – é o que
se espera do candidato
MARCELO BORJA VIEIRA, 26 anos, formado pela PUC do Rio de Janeiro
Quantas vezes prestou o exame: uma
O que deu certo no caso dele
• Fazer simulados de provas anteriores (disponíveis no site da
OAB:
www.oab.org.br)
• Comprar livros com a matéria resumida, feitos para facilitar o
estudo específico para o exame
• Matricular-se num cursinho preparatório para obter reforço
apenas naquelas disciplinas em que apresentava mais deficiência
• Intensificar o ritmo de estudos uma semana antes do exame
Sugestões para resolver a prova
• Na segunda fase, escolher fazer primeiro o parecer sobre um caso
fictício, para depois responder às questões práticas, que valem
menos pontos
• Controlar o tempo. A prova é longa e complexa
Monica Weinberg
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Geral
Reserva de mercado
Fonte: Consultor Jurídico
22/07/2006 - Entidades apresentam parecer sobre funções
jornalisticas
A Associação Nacional dos Jornais, a Associação Brasileira das
Emissoras de Radio e outras entidades patronais do setor de
comunicação encaminharam parecer ao Palácio do Planalto contra a
sanção do projeto de Lei 79/2004 que tenta transformar o exercício
da profissão de jornalista em reserva de mercado para os
detentores de diploma específico.
O projeto, já aprovado pelo Congresso, está na mesa do presidente
Lula para sanção ou veto. Transformado em lei, a proposta tornará
obrigatório o diploma de bacharel em jornalismo até mesmo para
narradores, locutores e fotógrafos.
O parecer, de autoria do advogado Lourival J. Santos, do
escritório Lourival J. Santos Advogados, conclui que o projeto é
inconstitucional por afrontar a liberdade de expressão (prevista
no artigo 5º, inciso IX), o direito de acesso à informação (inciso
XIV) e a obrigação imposta ao Estado pelo artigo 215, onde se
prescreve que o poder público deve garantir a todos o pleno
exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura
nacional.
Opiniões jurídicas anteriores, uma delas inclusive assinada pelo
atual ministro do STF, Eros Grau, concluem também pela
inconstitucionalidade da obrigatoriedade do diploma. Para Eros
Grau a reserva em questão não foi recepcionada pela Constituição
de 1988. Outro grande nome alinhado à tese que tratou do assunto
foi o jurista Geraldo Ataliba.
O projeto aprovado prevê que jornalista é o profissional que
trabalha em processos gráficos, cinematográficos, eletrônicos,
informatizados, radiofônicos, fotográficos ou qualquer outro
veículo de comunicação de caráter jornalístico.
Também acrescenta atribuições às funções, que já eram reconhecidas
como repórter, editor, redator, revisor, diagramador, repórter
fotográfico e ilustrador, entre outras, sempre relacionadas às
ferramentas trazidas pela Internet. As funções jornalísticas
chegam agora a 24 categorias.
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Geral
Educação discutirá projeto sobre quadrinhos nacionais
Fonte: Agência Câmara de Notícias
22/07/2006 - A Comissão de Educação e Cultura realizará audiência
pública para discutir o Projeto de Lei 6581/06, do deputado
Simplício Mário (PT-PI). A proposta obriga as editoras a publicar
um percentual mínimo de 20% de histórias em quadrinhos
brasileiras, considerando-se o conjunto das publicações desse
gênero produzidas em cada ano.
O texto também obriga as empresas distribuidoras a ter pelo menos
20% de obras brasileiras em quadrinhos entre seus títulos do
gênero, obrigando-se a lançá-las comercialmente. No caso de
jornais e revistas, deverá ser observada a relação de uma tira
nacional para cada tira estrangeira publicada.
Quadrinistas
Os autores do requerimento para realização da audiência, aprovado
na semana passada, deputados Antonio Carlos Biffi (PT-MS) e
Simplício Mário, acreditam que a reunião incluirá os quadrinistas
nas discussões. A ampliação do debate, argumentam, é necessária em
razão da relevância do assunto, do ponto de vista cultural e
artístico e no aspecto econômico e comercial.
Serão convidados a participar da audiência o professor da
Universidade Federal Fluminense Moaci Cirne; os quadrinistas
Ziraldo, Pedro de Luna Freire e Fábio Azevedo; o jornalista
Marcelo Costa; e uma representante das editoras nacionais de
revistas em quadrinhos.
A reunião ainda não tem data marcada.
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Geral
Emissão de identidade estudantil será discutida na Câmara
Fonte: Agência Câmara de Notícias
22/07/2006 - A Comissão de Educação e Cultura realizará audiência
pública, em data a ser definida, para discutir o Projeto de Lei
5205/05, do deputado Eduardo Paes (PSDB-RJ), que transforma a
União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União Brasileira dos
Estudantes Secundaristas (Ubes) em únicas instituições autorizadas
a emitir identidades estudantis.
A proposta também determina que a obrigatoriedade da venda de
meia-entrada ficará limitada a 30% dos ingressos para eventos
culturais e esportivos. Além disso, estabelece que os
proprietários, locatários e arrendatários dos locais dos eventos,
assim como os promotores, organizadores e produtores, poderão
deduzir do pagamento de quaisquer impostos e contribuições
arrecadados pela Receita Federal os valores que resultarem da
concessão desse tipo de desconto nas entradas. "O acesso à cultura
é fundamental a todos, sobretudo aos estudantes, e esse incentivo
é de grande importância, justamente por promover a educação, bem
como estimular e preservar a cultura no País", disse o autor do
requerimento, deputado Rogério Teófilo (PPS-AL).
Convidados
Serão convidados para a audiência o chefe de gabinete do
secretário-executivo do Ministério da Educação, Alberto Kopitke; o
presidente da UNE, Gustavo Petta; o presidente da Ubes, Thiago
Franco; o secretário-executivo da Associação Brasileira dos
Empresários Artísticos, Ricardo Chantilly; o presidente da
Associação Brasileira dos Promotores de Eventos, Lúcio dos Santos
Oliveira; e um representante do Ministério da Cultura.
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Geral
ESA abre inscrições para Curso de Direito Desportivo Sistêmico
Fonte: OABSP
22/07/2006 - Os melhores trabalhos apresentados ao final do curso
serão premiados e publicados.
A Escola Superior de Advocacia da OAB SP está com matrículas
abertas para o curso "Direito Desportivo Sistêmico", com aulas
ministradas por profissionais com grande conhecimento no assunto,
como Rubens Approbato Machado, diretor da ESA; Carlos Arthur
Nuzman, presidente do Comitê Olímpico Brasileiro; Gilmar Mendes,
ministro do Supremo Tribunal Federal; Luiz Zveiter, ex-presidente
do Superior Tribunal de Justiça Desportiva; Otávio Augusto de
Almeida Toledo, membro do STJD; Erickson Gavazza Marques,
presidente da Comissão Bioética, Biotecnologia e Biodireito; entre
outros.
Ao término das atividades, os três melhores trabalhos sobre os
temas abordados no programa receberam prêmios em dinheiro: R$ 5
mil para o primeiro colocado, R$ 3 mil para o segundo e R$ 2 mil
para o terceiro. As obras serão publicadas.
O curso ocorrerá entre os dias 7 de agosto e 23 de outubro e
oferece 30 vagas para o período matutino (aulas das 9h às 12h) e
25 vagas para o noturno (aulas das 19h às 22h), com carga horária
de 69 horas. A matrícula pode ser feita pelo site
www.oabsp.org.br
ou na sede da Escola (Largo da Pólvora, 141, Sobreloja -
Liberdade), das 9h às 16h.
O objetivo do curso é proporcionar aos interessados uma
perspectivas sistêmica e atual das implicações do desporto na
ordem jurídica brasileira e será dividido em 4 módulos que
discutirão: Fundamentos de Direito Desportivo", Regime Jurídico da
Prática Desportiva", O Desporto como Business" e "Desporto e
Justiça".
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Geral
Educação aprova seis novas universidades federais
Fonte: Agência Câmara de Notícias
22/07/2006 - Em um ano marcado pela votação de medidas voltadas
para a educação, entre as quais destaca-se a criação do Fundeb (PEC
536/97), aprovado na Câmara, a Comissão de Educação e Cultura
contabiliza a aprovação de seis projetos que autorizam a criação
de novas universidades federais no País.
Para a presidente da comissão, deputada Neyde Aparecida (PT-GO),
isso demonstra "o compromisso da comissão com a expansão do ensino
superior". Ao longo do semestre, a comissão recebeu 103
proposições e votou 80.
Nordeste
Das novas universidades previstas nessas propostas, três
localizam-se no Nordeste e três em cidades do interior de Minas
Gerais e do Rio de Janeiro. De autoria do deputado Nelson
Pellegrino (PT-BA), o PL 5717/05 propõe a criação da universidade
da Serra Geral da Bahia. Para o Rio Grande do Norte, o PL 5792/05,
do deputado Ney Lopes (PFL-RN), cria a Fundação Universidade
Federal do Agreste (Fufag), com sede no município de Nova Cruz. Já
o PL 5789/05, do deputado Félix Mendonça (PFL-BA), autoriza a
União a criar a Universidade Federal de Irecê, na Bahia.
Para a Região Sudeste, o PL 5757/05 prevê uma nova universidade no
Vale do Aço, com sede em Ipatinga, Minas Gerais, mesmo estado
beneficiado com a universidade federal do Vale do Rio Doce,
localizada em Governador Valadares, prevista no PL 5781/05, do
Senado. Do deputado Dr. Heleno (PMDB-RJ), o PL 4104/04, cria a
Universidade Federal da Baixada Fluminense (Unibaf), na cidade de
Duque de Caxias.
Novos benefícios
Também merece destaque a aprovação pela Comissão de projetos que
criam novos benefícios para os estudantes e promovem alterações
curriculares para atender alunos com necessidades específicas.
Exemplo disso é o PL 5122/05, do deputado Jorge Alberto (PMDB-SE).
A proposta determina que, em caso de morte ou invalidez permanente
de aluno que receba recursos do Fundo de Financiamento ao
Estudante do Ensino Superior (Fies), o contrato de financiamento
será extinto e caberá ao Tesouro Nacional cobrir o saldo devedor.
Com o objetivo de beneficiar principalmente os filhos de
circenses, o PL 5802/05, do deputado Edson Ezequiel (PMDB-RJ),
determina que as escolas de ensino fundamental e médio devem
definir regras especiais para atender os filhos e tutelados de
artistas itinerantes. Estudantes portadores de albinismo, por sua
vez, são beneficiados pelo PL 3638/04, do deputado Pastor Pedro
Ribeiro (PMDB-CE). A proposta assegura a esse público direitos
básicos nas áreas de educação, saúde e trabalho.
Minorias
Do deputado Eduardo Valverde (PT-RO), o Projeto de Lei 5361/05
obriga as instituições de ensino fundamental a incluir no
currículo conhecimentos sobre línguas, usos, costumes e cultura
dos povos tradicionais e das minorias étnicas formadoras do povo
brasileiro.
Com o objetivo de garantir suporte familiar e informação adequada
sobre a perda auditiva e os tipos de comunicação e intervenção
educacional existentes, o deputado Carlos Nader (PL-RJ) propôs o
PL 5266/05, também aprovado na Comissão. O projeto de lei modifica
as políticas públicas de prevenção e combate à surdez na infância
e em recém-nascidos. No que se refere à educação, a proposta
determina a formação de equipes multidisciplinares de
profissionais, e professores com especialização para trabalhar com
surdos.
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Geral
Fatecs divulgam lista de aprovados e suplentes no vestibular
Fonte: Folha de São Paulo
22/07/2006 - As Fatecs (Faculdades de Tecnologia) do Centro Paula
Souza divulgaram a relação de aprovados e suplentes do vestibular
da instituição. A matrícula deve ser feita na secretaria da Fatec
em que o candidato foi convocado.
As listas de aprovados e suplentes estão disponíveis no site do
Centro Paula Souza.
Inscreveram-se 21.763 candidatos para 3.940 vagas. Se as vagas não
forem preenchidas pelos candidatos da primeira chamada, outras
listas serão divulgadas, informou a instituição, por meio de
assessoria.
Matrícula
A matrícula deve ser feita no dia 26 de julho, das 14h às 20h, na
secretaria da Fatec onde o candidato foi convocado. Perderá
direito à vaga o estudante que não fizer a matrícula na data
determinada ou deixar de apresentar os documentos exigidos.
Apenas na Fatec de Ourinhos a matrícula será realizada no dia 1º
de agosto, das 10h ao meio-dia.
Para fazer a matrícula é preciso levar cópias autenticadas da
certidão de nascimento ou casamento (uma via); cédula de
identidade (uma via); título de eleitor com o comprovante de
votação da última eleição (uma via); documento de quitação do
serviço militar (uma via); certificado de conclusão do ensino
médio (uma via); histórico escolar do ensino médio (duas vias);
duas fotos 3x4 recentes.
O Centro Paula Souza administra Fatecs em Americana, Botucatu,
Carapicuíba, Cruzeiro, Garça, Guaratinguetá, Indaiatuba,
Itapetininga, Jaú, Jundiaí, Marília, Mauá, Mococa, Ourinhos,
Pindamonhangaba, Praia Grande, Santos, São Bernardo do Campo, São
José dos Campos, São José do Rio Preto, São Paulo, Sorocaba,
Taquaritinga e Tatuí.
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Geral
Estudante paga meia com qualquer carteira
Fonte: O Globo
22/07/2006 - Cinemas, teatros, estádio do Maracanã, casas de
espetáculos e outros estabelecimentos são obrigados a aceitar
todas as carteiras de identificação estudantil, além de não
poderem impor cotas de ingressos vendidos com meia-entrada. É o
que estabelece a Lei 4.816, sancionada ontem pela governadora
Rosinha Garotinho. Ela complementa a Lei 4.153, de 2003.
- Além disso, a meia-entrada tem que estar disponível em todos os
postos de venda do evento, para não discriminar nenhum estudante -
afirmou o deputado Carlos Minc (PT), autor do projeto.
Atualmente, apenas as carteiras fornecidas pela União Nacional dos
Estudantes (UNE) e União Brasileira dos Estudantes Secundaristas
(Ubes) são aceitas. Pela lei aprovada, carteiras de outras
instituições serão aceitas, desde que contenham o nome do aluno,
sua fotografia, o ano letivo impresso e o carimbo do
estabelecimento de ensino.
- Para nós, da Baixada Fluminense, a medida é ótima. A carteirinha
da UNE custa R$ 20 e a sede, onde os ingressos de alguns eventos
eram vendidos, fica no Catete - diz Ítalo do Nascimento,
presidente da União Fluminense dos Estudantes (Ufes).
UNE vende 20 mil carteiras do por mês
Só a UNE vende cerca de 20 mil carteirinhas por mês, de acordo com
Rodrigo Lua, presidente da União Estadual dos Estudantes (UEE),
responsável pela representação da UNE no Estado do Rio:
- A meia-entrada é importante, pois os estudantes geralmente não
têm condições para comprar os ingressos pelo preço normal. Mas
temo que essa abertura para carteirinhas de qualquer instituição
facilite fraudes. Pelo menos agora não vamos ter que bater boca
para conseguir comprar ingressos em algumas casas - afirma Rodrigo
Lua.
A lei começou a valer ontem mesmo, e as casas de espetáculos que
não a cumprirem podem ser multadas em até R$ 3,5 milhões.
Aline Coelho
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Geral
Tecnologias de informação e comunicação em debate na SPBC
Fonte: Seed
22/07/2006 - O tema Tecnologias de Informação e Comunicação
Aplicadas à Educação foi debatido nesta sexta-feira, 21, no último
dia da 58ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso
da Ciência (SBPC), no campus da Universidade Federal de Santa
Catarina, em Florianópolis (SC).
O ministro da Educação interino, Ronaldo Mota, falou sobre a
importância do uso das mídias em sala de aula como forma de
despertar o interesse dos alunos no processo educacional. “Cada
vez mais as mídias estão presentes no contexto educacional.
Crianças e jovens lidam naturalmente com a tecnologia. Por isso,
não podemos ignorar a demanda e precisamos possibilitar o acesso
dos estudantes a estas ferramentas”, enfatizou Mota, lembrando
ainda da necessidade de capacitar professores para o uso das
mídias em sala de aula.
O encontro serviu como cenário de debate sobre o Sistema
Universidade Aberta do Brasil (UAB), que iniciou suas atividades
no mês passado com o curso a distância de administração, em
parceria com o Banco do Brasil. O projeto-piloto oferece cerca de
dez mil vagas em 25 universidades públicas de 18 unidades da
Federação.
“A partir de 2007, a UAB oferecerá mais 90 mil vagas para todo o
Brasil. O principal foco do Ministério da Educação neste programa
é a formação superior de professores, já que o país tem mais de
300 mil professores sem esta habilitação”, concluiu Mota.
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