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Sábado, 05 de agosto de 2006
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Instituições de Ensino Superior |
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Os artigos/opiniões são de inteira responsabilidade de seus
autores.
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Artigos & Opiniões
Parques tecnológicos – meios de inovação
Fonte: O Estado de São Paulo
05/08/2006 - Na década de 1930, os estudantes da Universidade de
Stanford, na Califórnia, precisavam deixar a região de São
Francisco para encontrar trabalho. O engenheiro Frederik Terman,
pró-reitor da Universidade, concebeu um programa para resolver o
problema. Encorajou os cientistas e engenheiros recém-formados a
instalarem negócios próprios, numa área próxima à Universidade, e
buscou investidores interessados em empresas novas e de produtos
promissores. Em 1939, dois ex-alunos de Terman montaram o primeiro
negócio na área. Os sobrenomes deles: Hewlett e Packard. A HP foi
a primeira empresa fundada no que viria a se tornar o Vale do
Silício. Nasceram lá, ainda estão lá, ou se mudaram de lá milhares
de empresas de alta tecnologia: a Intel, a Xerox, a Apple, Google...
O Vale do Silício é um parque tecnológico. Talvez o mais famoso
entre as centenas ou milhares hoje em funcionamento, e muito
bem-sucedido em seu objetivo principal: gerar empregos e riqueza
por meio da aplicação de conhecimento a produtos e serviços.
Parques tecnológicos espalharam-se pelo mundo - na mesma
velocidade com que o conhecimento se tornou, mais e mais, a
matéria-prima da competitividade. A importância crescente da
inovação levou muitos países a se organizarem para criar seus
“Vales do Silício”.
A realidade mostrou o acerto dessa política. Hoje, há nos Estados
Unidos 81 parques; na China, 64; na Finlândia, 23; na Espanha, 25.
As grandes somas investidas deram a esses países retorno altamente
compensador. Um exemplo: em 30 anos, o parque de Sophia Antipolis,
na França, reuniu 1.300 empresas e gerou 26 mil empregos. Cada um
desses parques tem contornos diferentes. O que têm em comum é ser
- como o Vale do Silício - um ponto de encontro entre empresas
interessadas em inovar para crescer e profissionais bem formados
capazes de descobrir como fazê-lo.
São Paulo tem as mais dinâmicas empresas do País e as que mais
investem em inovação, tem também os cientistas e engenheiros -
pois, governo após governo, o Estado investe em institutos de
pesquisa, universidades e no financiamento de suas atividades.
Cerca de 1% de todas as descobertas e trabalhos científicos
produzidos no mundo tem endereço paulista. O Estado está,
portanto, maduro para também estabelecer sua plataforma de parques
tecnológicos. Por que não alavancar, aqui, nossos Vales do
Silício? O governo deu a resposta: em fevereiro, criou o Sistema
Paulista de Parques Tecnológicos - uma rede articulada de pontos
de encontro empresa-pesquisador. Trata-se de uma iniciativa da
Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento
Econômico implantada por meio de um projeto da Fundação de Amparo
à Pesquisa, a Fapesp.
É sabido que um obstáculo para o desenvolvimento brasileiro é a
distância ainda a separar as empresas do conhecimento dos
pesquisadores. Parques tecnológicos são instrumentos para
aproximá-los. Com eles, mais benefícios serão gerados para o País
a partir do investimento público já feito: o conhecimento poderá
ser apropriado com mais intensidade pelas empresas e aplicado a
produtos para gerar emprego, renda, impostos. As cidades que vão
abrigar os cinco primeiros parques - Campinas, São Carlos, São
José dos Campos, São Paulo e Ribeirão Preto - já são pólos de
geração de conhecimento e de produção industrial. Em cada uma
delas, prefeituras, Estado, universidades e empresários se
organizam para instalá-los, levando em conta suas potencialidades
e necessidades.
O Sistema Paulista de Parques Tecnológicos vai multiplicar e
maximizar o retorno do investimento dos contribuintes. Nas
universidades paulistas, o Estado investe quase 10% do ICMS; na
Fapesp, 1% da arrecadação tributária. É estratégico criar as
condições para que a sociedade extraia sempre mais desse esforço -
como também é estratégico e de maturação longa todo o investimento
na atividade de ciência, tecnologia e inovação. A implantação de
parques não será diferente: mais do que um projeto de governo, o
sistema de parques é um projeto de Estado. Para que se
materialize, trabalho e recursos serão necessários; mas, acima de
tudo, determinação e persistência.
Para o século 21, nenhum futuro é mais desejável do que a
integração plena à economia do conhecimento. Os parques
tecnológicos do Estado de São Paulo são o passo a ser dado, aqui e
agora, para construir esse futuro.
*João Steiner, astrofísico, diretor do Instituto de Estudos
Avançados da USP, é coordenador do Sistema Paulista de Parques
Tecnológicos
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Artigos & Opiniões
O que querem os jovens?
Fonte: Revista Época - 429
05/08/2006 - O número de adolescentes que tiraram título de
eleitor para votar neste ano cresceu 39%. Além de balada e Orkut,
agora eles também estão interessados em política
Nelito Fernandes, Paloma Cotes e Andréa Leal
Leia mais na Revista Época ed.429
Esqueça a imagem do garoto que só pensa em malhar ou jogar
videogame e da menina vidrada no Orkut, na balada e nada mais.
Dados recentes da Justiça Eleitoral indicam um fenômeno novo
envolvendo a moçada. Nos últimos quatro anos, cresceu 39,3% o
número de jovens com 16 e 17 anos que tiraram o título de eleitor
mesmo sem a obrigação de votar. O aumento é muito superior ao
crescimento vegetativo nessa idade, abaixo de 2%. É uma marca
histórica. O porcentual de eleitores adolescentes vinha caindo
sistematicamente desde 1992. Chegou a ser de apenas 1,7% do
eleitorado em 1998. Agora, são 2,45%, ou cerca de 3 milhões de
pessoas. Os dados reapareceram agora, na discussão sobre as
campanhas pelo voto nulo que circulam pela internet.
Há meses alguns analistas afirmam que a sucessão de escândalos,
com mensaleiros e sanguessugas, empurrará o eleitorado em direção
ao voto nulo. Até a MTV, emissora de TV dirigida ao público jovem,
lançou uma propaganda pedindo que seus telespectadores preparem
"tomates e ovos" para ouvir os políticos. Mas o único dado
disponível sugere que esse barulho não reflete a realidade. Não
parece razoável acreditar que mais de 800 mil adolescentes tenham
decidido tirar o título de eleitor para votar nulo. "Tirei o
título para tentar melhorar a educação pública, que é muito ruim.
Falo com base na minha própria experiência", afirma Danilo
Henrique da Silva, de 17 anos, aluno da escola estadual Dom Miguel
Kruci, num bairro pobre da zona leste de São Paulo.
Apanhados de surpresa, os analistas políticos ainda não
encontraram uma explicação definitiva para esse movimento. O
cientista político Antonio Fávio Testa, da Universidade de
Brasília, afirma que os escândalos políticos podem ter provocado a
reação. A socióloga Anna Luiza Salles de Souto, do Instituto Pólis,
tem opinião parecida. "O jovem de hoje está antenado nas questões
do cotidiano e quer participar das decisões do país, mas não
estamos percebendo isso. Ainda prevalece o estereótipo do jovem
alienado, de costas para a realidade", diz ela.
Anna Luiza participou de uma ampla pesquisa chamada "Juventude
Brasileira e Democracia", realizada com 8 mil jovens de 15 a 24
anos em sete regiões metropolitanas e no Distrito Federal. O
levantamento mostrou que os jovens não acreditam nos políticos,
mas acreditam na política. Para 64% deles, os políticos não
defendem os interesses da população. Mas 68% acreditam que o voto
pode mudar a situação do país. Apenas 5% declararam que pretendem
votar nulo - porcentual bem menor que aquele que as últimas
pesquisas apontam entre os adultos, ao redor de 7,5%.
Alunas de um colégio público na zona sul do Rio de Janeiro e
filhas de classe média, Letícia Goldeberg, de 17 anos, Fernanda
Quintanilha e Barbara Xavier, de 16, tiraram seus títulos de
eleitor neste ano. Não são obrigadas, mas dizem que vão às urnas.
Dizem que se informam sobre os candidatos e discutem política com
pais e colegas. Felipe Lopes da Cruz, de 17 anos, aluno do 3o ano
do ensino médio do colégio particular de classe média Pueri Domus,
em São Paulo, é contra o voto nulo. "Anulando o voto as pessoas se
abstêm do papel de cidadãos", diz ele. "Se a gente não escolher,
outras pessoas escolherão por nós. Não acho certo."
Em quem os jovens pretendem votar? Será um voto de protesto,
estilo anos 70? Ao contrário do que muita gente pode imaginar,
eles não manifestam uma preferência nítida pela esquerda nem
afirmam preferir Heloísa Helena, candidata do P-SOL. De acordo com
a última pesquisa de intenção de voto do Instituto Datafolha, os
porcentuais de intenção de voto entre os adolescentes são
idênticos ä aos dos mais velhos, variando apenas dentro da margem
de erro: 44% declararam voto no presidente Luiz Inácio Lula da
Silva, 30% no tucano Geraldo Alckmin e 11% em Heloísa Helena.
REAÇÃO POSITIVA
Estudantes em escola pública de São Paulo. Corrupção na política
só estimula jovens a votar
"Os jovens se mostram cada vez mais críticos em relação ao jeito
como se faz política, mas isso não significa que eles não estejam
interessados no assunto", diz a socióloga Mary Garcia de Castro,
uma das autoras de uma pesquisa sobre o voto jovem realizada pela
Unesco/OEI (Organização dos Estados Ibero-Americanos para a
Educação, a Ciência e a Cultura). "Mesmo com a crise ética que
vivemos, os jovens estão se aproximando da política e discutindo
com mais afinco as formas de fazer um controle eficaz sobre os
governantes." Segundo o estudo da Unesco/OEI, o fato de poder
escolher os próprios representantes faz a maioria dos jovens de
hoje acreditar que a participação política desta geração é melhor
que a dos pais, que combateu a ditadura nos anos 70.
A mitificação da geração dos anos 70 e dos caras-pintadas dos anos
80 contribui para que os jovens de hoje sejam tachados de passivos
ou alienados. Para referir-se a eles, ficou popular o termo "passivista",
brincadeira com ativista. Trata-se de outro mito, segundo Gustavo
Venturi, cientista político e diretor da Criterium Assessoria em
Pesquisas. "É claro que o movimento dos jovens nos anos 70 foi
importante para a sociedade avançar", afirma Venturi. "Mas é
preciso lembrar que esse pessoal era uma minoria." Ele diz que, em
pesquisas comparativas, não se encontra entre os jovens um nível
de alienação maior que no resto da população. Ao contrário. "Por
ser mais escolarizados, os jovens estão mais antenados com as
questões do cotidiano e apresentam interesse maior pela política",
afirma Venturi.
Segundo a pesquisa da Unesco/OEI, 27,3% dos jovens declararam
participar de alguma associação. Colocando a amostra em números,
isso significa que pelo menos 13 milhões de jovens têm algum tipo
de participação em organizações. As igrejas lideram o ranking de
participação juvenil, seguidas das ONGs. E 3,3% dos jovens afirmam
estar ligados a partidos políticos. Segundo os especialistas, eles
não se sentem representados pelos partidos e questionam cada vez
mais a forma como se faz política. "O aumento do número de
eleitores jovens é importante porque é uma aula de cidadania. Mas
o que preocupa é o fato de praticamente inexistirem candidatos
jovens concorrendo aos cargos eletivos", diz Mary de Castro.
No mundo atual, afirma a socióloga, há outras formas de
participação. As lutas juvenis não passam necessariamente pelo
engajamento em um partido. "Hoje, os jovens estão engajados em
ONGs e associações que lutam contra a homofobia, o racismo, pela
qualidade do meio ambiente", diz ela. Diferentemente dos anos da
ditadura, quando os jovens se alinhavam a um partido ou ideologia,
hoje eles podem criticar a sociedade por meio de movimentos
culturais, religiosos ou ambientais. A conclusão dos especialistas
é bastante singela: vários adjetivos podem qualificar a juventude
de hoje. Mas de alienada ela parece não ter nada.
O que eles temem nos políticos e o que esperam deles
SE PREOCUPAM COM
- Falta de segurança
- Desemprego
- Má qualidade do ensino público
- Miséria
- Corrupção e descaso dos políticos
- Racismo
ESPERAM
- Mais responsabilidade
- Honestidade
- Políticas específicas para jovens
- Mais investimentos em educação
- Novas formas de fazer política
- Empregos
Fonte: Ibase/Pólis, Grupo de Diálogo Juventude Brasileira e
Democracia: participação, esferas e políticas públicas (2005)
COMO ELES PENSAM
- Jovens acreditam no poder do voto e na democracia
- 35% se preocupam com política
- 69% acreditam que o voto pode mudar a situação do país
- 66% consideram inaceitável não votar na eleição
- 37% acham que votar é um dever
Fonte: "Juventude, Juventudes:O que une e o que separa
Leia mais na Revista Época - n.429
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Instituições de Ensino Superior
Estão abertas as inscrições para os cursos da FGV
Fonte: FGV - RJ
05/08/2006 - DIREITOS HUMANOS: TEORIA E PRÁTICA
O FGV Online está com inscrições abertas para o curso Direitos
Humanos: teoria e prática. Com carga horária de 30 horas, o
objetivo do programa é introduzir o aluno no debate sobre o
conflito entre diferentes direitos fundamentais garantidos pela
Constituição Federal. O curso aborda temas como Discriminação
racial, Direitos sexuais e reprodutivos, Violência contra a mulher
e Proteção dos povos indígenas. A próxima turma terá início no dia
14 de agosto. Os cursos de Direito do FGV Online são reconhecidos
pela OAB/RJ e conferem aos estudantes 25 horas de estágio
profissional.
DIREITO BANCÁRIO
O FGV Online está com inscrições abertas para o curso Direito
Bancário. Com carga horária de 30 horas, o objetivo do curso é
capacitar estudantes de direito e advogados a entender os
fundamentos e a prática do direito bancário, assim como a sua
aplicação no dia-a-dia da atuação contenciosa e preventiva na
advocacia relativa aos bancos. O programa é formado por quatro
módulos: Sistema Bancário e Interesse Jurídico - a Interpretação
das Normas Bancárias; A Rede de Proteção Bancária no Sistema
Brasileiro; A Relação do Direito Bancário e do Direito do
Consumidor; e Responsabilidade Civil dos Bancos. A próxima turma
terá início no dia 14 de agosto. Os cursos de Direito do FGV
Online são reconhecidos pela OAB/RJ e conferem aos estudantes 25
horas de estágio profissional.
DIREITO TRIBUTÁRIO
O FGV Online está com inscrições abertas para o curso Direito
Tributário. Com carga horária de 30 horas, o curso tem como
objetivo aproximar a legislação e a doutrina na solução de casos
concretos, proporcionando o debate e a reflexão sobre questões
relacionadas à forma pela qual o Estado exige tributos dos
contribuintes e responsáveis tributários. O programa é dividido em
cinco módulos: Conceitos e princípios fundamentais; Tipos de
tributos e fontes tributárias; Imunidade e isenção tributária;
Obrigação e lançamento tributário; e Responsabilidade, ilícitos e
processos tributários. A próxima turma terá início no dia 18 de
setembro. Os cursos de Direito do FGV Online são reconhecidos pela
OAB/RJ e conferem aos estudantes 25 horas de estágio profissional.
CONTRATOS NO NOVO CÓDIGO CIVIL: VISÃO NEGOCIAL E PRÁTICA
O FGV Online está com inscrições abertas para o curso Contratos no
novo código civil: visão negocial e prática. Com carga horária de
30 horas, o curso a distância oferece aos alunos a compreensão
sobre os fundamentos e regras pertinentes aos contratos em geral,
e as respectivas transformações decorrentes do novo Código Civil,
a partir de uma perspectiva negocial e prática. O programa tem
como objetivo familiarizar os participantes com os dilemas e
problemas mais comuns, capacitando-os a gerar soluções para
atender a contratantes como empresas e indivíduos. Os cursos de
Direito do FGV Online são reconhecidos pela OAB/RJ e conferem aos
estudantes 25 horas de estágio profissional. A próxima turma terá
início no dia 18 de setembro.
DIREITO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
O FGV Online está com inscrições abertas para o curso Direito da
Tecnologia da Informação. O curso ensina advogados, estudantes de
direito e outros profissionais atuantes na área de Tecnologia da
Informação a lidar com os principais temas jurídicos aplicados à
informática e à internet. Com carga horária de 30 horas, o
programa inclui quatro módulos: Novas formas de proteção à
propriedade intelectual; Conflitos sobre nomes de domínio;
Software livre e software fechado; e Novas formas de concorrência
desleal na Internet. A próxima turma terá início no dia 18 de
setembro. Os cursos de Direito do FGV Online são reconhecidos pela
OAB/RJ e conferem aos estudantes 25 horas de estágio profissional.
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Instituições de Ensino Superior
PUC-RS inaugura laboratório sobre investimentos
Fonte: Site Políbio Braga
05/08/2006 - Será dia 9, na quarta-feira da semana que vem, as18h,
a inauguração do Laboratório de Mercado de Capitais da PUC do RS.
O laboratório foi montado pela XP, a quem esta página recorre com
freqüência, mais a Intra Corretora e a PUC.
. Não há nada igual na universidade brasileira.
. No dia da inauguração vai falar (Plano de Negócios 2007-2010)
Paulo Campos, diretor de Relações com Investidores da Petrobrás.
Vale a pena ir lá.
E-mail da XP:
julio@xpinvestimentos.com.br
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Graduação
Brasil já tem mais de mil faculdades de Direito
Fonte: Consultor Jurídico
05/08/2006 - Um mil e três. Esse é o número de cursos de Direito
em funcionamento no Brasil. O número, que consta em levantamento
divulgado pela Comissão de Ensino Jurídico do Conselho Federal da
OAB é um espanto e está diretamente relacionado ao espantoso
número de advogados com carteira da Ordem, que é de 517 mil.
O número se relaciona também com a hiperinflação de acadêmicos de
Direito que superlotam os bancos escolares. Segundo o último dado
disponível do Inep, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas
que faz as estatísticas do MEC, em 2004 matricularam-se nos cursos
jurídicos pátrios 533 mil alunos. Esta torrente de estudantes
resulta numa onda de 120 mil formandos a cada ano. A estimativa é
da OAB.
De junho de 2005, quando foi produzida a última estatística, até
julho deste ano, 45 novas faculdades foram autorizadas a funcionar
pelo Ministério da Educação. Praticamente, a metade dos cursos
jurídicos está localizada na região Sudeste. O estado de São Paulo
segue como recordista em números de faculdade. Em junho de ano
passado, eram 213 cursos em atividades. Hoje são 222. Ou seja de
cada cinco novos cursos criados, um o foi em São Paulo. De acordo
com a OAB, dificilmente qualquer outra unidade da federação
alcançará este índice.
No final da lista estão o Acre e Roraima. Em cada um destes
estados,, operam 3 faculdades. O Amapá tem o dobro — 6. Alagoas e
Amazonas também seguem empatados, com 10 cada um.
Em todos os Estados Unidos, funcionam não mais do que 205 escolas
de direito, menos portanto que em São Paulo. A Califórnia, estado
mais rico e populoso dos Estados Unidos, tem apenas 23 cursos
jurídicos, 10% do que tem o estado mais rico e populoso no Brasil.
Na avaliação do presidente do Conselho Federal da entidade,
Roberto Busato, há um número exagerado de cursos jurídicos, muitos
sem a mínima qualidade exigida, resultado que reflete nos
percentuais de reprovação dos Exames de Ordem. Hoje, a média de
reprovação é de 70%. Em São Paulo, apenas um entre dez bacharéis
consegue se habilitar para receber a carteira de advogado da OAB.
“Não há condições da manutenção de uma advocacia organizada no
país com essa quantidade de advogados. Não pelo seu número, mas
pela sua má formação, pela má qualidade do ensino que os bacharéis
em Direito vêm recebendo”, sustenta o presidente da OAB.
Carlos José Santos da Silva, o Cajé, sócio do Machado Meyer
Sendacz Opice Advogados, concorda com o presidente nacional da
Ordem. Para ele, o número de cursos jurídicos e o alto índice de
reprovação no Exame de Ordem mostram como é preocupante o excesso
de bacharéis no mercado.
“O reflexo de tudo isso é visto no Exame de Ordem. O Luiz Flávio
Borges D´Urso, presidente da Ordem paulista, usa uma expressão
interessante para classificar esses cursos de Direito. Ele diz que
tudo isso é estelionato, porque existem pessoas que não têm a
menor chance de pagar uma faculdade, mas ainda assim se sacrifica.
Acontece que esse jovem nunca vai ter boas condições no mercado”,
diz.
Cajé explica que na década de 90, São Paulo tinha 40 faculdades de
Direto. Em 2000, quase 100. Hoje são mais de 200, “enquanto nos
Estados Unidos esse é o número total de cursos em todo o país”,
afirma o advogado. “No Machado Meyer, a grande maioria dos
advogados são formados em faculdades de primeira linha”, afirma.
Nos estados
O estado de São Paulo segue como recordista em números de
faculdades de Direito. Em segundo lugar aparece Minas Gerais,
estado que se destaca no levantamento porque divide com a Bahia o
maior crescimento em abertura de novos cursos no país. Em junho
último, os mineiros contavam com 121 cursos em funcionamento.
Hoje, contam com 125. A Bahia, que em junho exibia 43 cursos em
atividade, possui agora 46, conforme o último estudo.
O Rio de Janeiro é o terceiro estado em quantidade total de cursos
jurídicos: 97, o que representa 9,66% do total das faculdades da
área jurídica. Paraná e Rio Grande do Sul ficam com o quarto e
quinto lugares no ranking de mais cursos jurídicos em
funcionamento, com 77 e 74 cursos autorizados pelo MEC a
funcionar, respectivamente.
Maurício Cardoso e Priscyla Costa
Veja o número de cursos por estado:
Estados - Número de cursos
São Paulo - 222
Minas Gerais - 125
Rio de Janeiro - 97
Paraná - 77
Rio Grande do Sul - 74
Santa Catarina - 58
Bahia - 45
Espírito Santo - 34
Goiás - 30
Mato Grosso - 26
Pernambuco - 23
Piauí - 23
Mato Grosso do Sul - 20
Distrito Federal - 19
Ceará - 16
Maranhão - 15
Pará - 14
Paraíba - 14
Rio Grande do Norte - 11
Alagoas - 10
Amazonas - 10
Rondônia - 10
Tocantins - 10
Sergipe - 8
Amapá - 6
Acre - 3
Roraima - 3
Total: 1.003
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Geral
Abertas inscrições para curso de Farmácia Hospitalar na UFPB
Fonte: Jornal do Norte
05/08/2006 - A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) promove o
curso "Farmácia Hospitalar" de 1º a 30 de setembro, com aulas nas
sextas-feiras das 14 às 17 horas e sábados das 8 às 12 horas e das
14 às 17 horas, no auditório do Centro de Ciências da Saúde (CCS),
no campus de João Pessoa.
Aberto para os alunos de farmácia e profissionais da área, o curso
oferece 80 vagas e as inscrições, no valor de R$50,00 já podem ser
efetivadas no Programa de Educação Tutorial (PET-Farmácia),
localizado no Departamento de Ciências Farmacêuticas, no CCS.
O objetivo é capacitar alunos e profissionais de farmácia, na
fundamentação técnica-científica, para atuação em farmácias
hospitalares; desenvolver aptidões para gerenciamento, além de
promover a atualização sobre os novos desafios e perspectivas na
área de infecção hospitalar.
As aulas são de responsabilidade de Patrícia Trindade Costa,
Farmacêutica Bioquímica pela UFPB, professora da Universidade
Estadual da Paraíba (UEPB) com pós-graduação na Universidade do
Chile.
Para mais informações e inscrições entre em contato com o
PET-Farmácia, no Departamento de Ciências Farmacêuticas, pelo
telefone (83) 3216 7307.
As informações da Assessoria de Imprensa
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Geral
Laboratório da UFRJ produzirá novos medicamentos
Fonte: O Globo
05/08/2006 - A produção no Brasil de medicamentos por meio da
biotecnologia, os chamados biofármacos, ganhou um enorme impulso
no último dia 10, com a inauguração do Laboratório de Engenharia
de Cultivos Celulares (LECC) da Coppe-UFRJ.
Com 150 metros quadrados de área construída na Ilha do Fundão, o
novo centro de pesquisa é voltado para a produção de remédios
considerados excepcionais no Brasil, por causa de seu alto custo.
Alguns deles são usados no tratamento de doenças graves como
câncer, Aids e disfunções cardiovasculares, que atingem grande
parcela da população.
- Atualmente, o Brasil não fabrica nenhum desses remédios. Todos
são importados. O gasto público é enorme, cerca de R$ 1,5 bilhão
por ano, e nem toda a demanda é atendida. Para que isso aconteça,
só há uma solução: produzir biofármacos com base em tecnologia
desenvolvida no país - diz a professora Leda Castilho,
coordenadora do laboratório, que conta com uma equipe de biólogos,
engenheiros, farmacêuticos e químicos.
A implantação do laboratório, incluindo as instalações e os
equipamentos, custou R$ 1,5 milhão e foi patrocinada pela
Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), órgão do ministério da
Ciência e Tecnologia. O custo, segundo Leda, se justifica
plenamente. De acordo com um estudo, a produção no Brasil de
apenas um dos biofármacos mais requisitados no país, um fator de
coagulação sanguínea usado em hemofílicos, representaria uma
economia de até R$ 120 milhões.
Por Rafael Teixeira
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Geral
Escolar PaperBrasil 2006 chega a 20ª edição cheia de novidades
Fonte: Primeira Página
05/08/2006 - Entre elas, uma série de atividades especialmente
dedicadas aos profissionais de educação e a ampliação da
programação do Simpósio, que passa a interagir com o Pavilhão de
Tecnologia e com a área de Responsabilidade Social da Francal
Feiras
Maior feira de produtos para papelarias, escolas e escritórios da
América Latina e uma das três maiores do segmento no mundo, a
Escolar PaperBrasil realiza sua vigésima edição entre os dias 28 e
31 de agosto no pavilhão de exposições do Anhembi – complexo de 70
mil m², em São Paulo.
A área total de montagem é de 34 mil m², correspondente ao espaço
ocupado pelos estandes de 500 expositores. A expectativa dos
organizadores é receber 50 mil visitantes profissionais dos
setores em exposição e também de educação, a quem a programação do
evento reserva atrações especiais.
Esta é uma das novidades que esta edição da feira apresenta.
Valorizados em todas edições anteriores, os professores,
coordenadores pedagógicos, diretores de entidades de ensino e
educadores em geral encontrarão algumas atividades voltadas
especialmente para seu segmento, como o projeto Professor Presente
e o Espaço do Professor na Papelaria Brasil Escolar.
Outra novidade é a parceria do Simpósio Escolar PaperBrasil 2006
com importantes instituições de ensino, a Fundação Getúlio Vargas
e o SENAC-SP. Mais atrações aguardam os visitantes da feira, como
o EscolarMAIS 2006, o Museu do Computador – presente pela segunda
vez – e a exposição A História do Uniforme Escolar no Brasil.
Confira todos os eventos e atrações da Escolar PaperBrasil 2006:
EscolarMAIS: Localizado na entrada do pavilhão, oferece aos
visitantes o primeiro contato com os principais produtos e
serviços encontrados na feira. É um evento de atualização e de
referências das tendências e inspirações que nortearam o setor no
desenvolvimento de seus lançamentos. O espaço está dividido em
cinco temas: Natural, Techno & Office, Romântico, Comics e
Reciclados.
Simpósio Escolar PaperBrasil 2006: Ciclo de palestras com foco na
capacitação profissional. Este ano, parte da programação do
Simpósio foi elaborada em parceria com a Fundação Getúlio Vargas e
parte com o SENAC- SP, entidade de ensino especializada na
formação de educadores.
Esta última será voltada à Educação com ênfase em Responsabilidade
Social, numa iniciativa chamada Professor Presente e que mantém
relação com a Francal Cidadania (área de responsabilidade social
empresarial da Francal Feiras), dentro do programa Escolar Adota
uma Escola. Trata-se de um programa amplo, que além das ações
voltadas à capacitação de professores ainda promove a arrecadação
de produtos com as empresas expositoras da Escolar PaperBrasil
para posterior doação a projetos sociais pré-selecionados.
Entre os temas das palestras do Professor Presente estão
“Compromisso Todos pela Educação” (Francisco Aparecido Cordão); “A
relação entre Responsabilidade Social e Educação” (Jorge Carlos
Silveira Duarte); e “Os Diferentes Espaços de Aprendizagem” (Maria
Helena Antunes); entre outros.
Um terceiro tema ocupa a grade do Simpósio Escolar PaperBrasil
2006: a tecnologia. O II Painel de Tecnologia - EscolarTECH vai
debater uma questão atualíssima: “A importância do mercado de
papelaria e material de escritório na distribuição de equipamentos
e produtos de informática para clientes corporativos”.
Para tanto, estarão reunidos fornecedores de marcas referência do
segmento de informática, distribuidores líderes no atendimento a
clientes corporativos e abastecimento do varejo e varejistas que
estão investindo no atendimento ao mercado Small and Home Office (SOHO)
e a compradores de empresas de pequeno, médio e grande porte.
CTO – Centro de Treinamento Operacional: Atividade tradicional da
Escolar PaperBrasil, consiste em demonstrações de novos produtos e
técnicas de vendas realizadas pelos próprios expositores com
objetivo de transmitir ensinamentos sobre seus lançamentos e
aumentar as possibilidades de vendas ao consumidor. É também uma
oportunidade de reunir e manter um contato mais direto entre os
fabricantes e seus clientes.
Papelaria Brasil Escolar: Coordenada pela BRASIL ESCOLAR – Rede
Nacional de Papelarias, trata-se de uma papelaria modelo
funcionando dentro da feira com objetivo orientar os profissionais
do varejo sobre aspectos do negócio, como disposição de produtos
nas prateleiras, gerenciamento, atendimento, controle de estoque,
automação e merchandising. O espaço também funciona como um grande
salão de vendas e atende a diferentes públicos, interessados em
comprar pequenas quantidades de alguns lançamentos e produtos
expostos nos estandes ou em adquirir amostras para posterior
adoção na lista de compras oficial.
Este ano, a Papelaria Brasil Escolar reserva um local especial
para receber os profissionais de educação que passarem pela feira.
É o Espaço do Professor, uma área exclusiva que oferece produtos
com preços especiais, apresenta os mais recentes lançamentos em
livros didáticos, um espaço para leitura e computadores com acesso
à Internet.
Curiosidades: pela segunda vez na Escolar PaperBrasil, o Museu do
Computador vai mostrar um pouco da história da informática e da
Internet no Brasil e no mundo. São vinte peças e equipamentos como
computadores antigos, o primeiro celular e o primeiro aparelho de
fax do mundo, além dos videogames Atari e Odissey em pleno
funcionamento.
Já a História do Uniforme Escolar no Brasil é uma exposição com
nove painéis fotográficos que resgatam a memória deste vestuário e
sua relação com a moda e os costumes de diferentes épocas. Fruto
de um amplo trabalho de pesquisa nos acervos de centenárias
escolas brasileiras - com participação de pais, educadores e
alunos – é acompanhada da edição de um livro.
Mix ampliado
Acompanhando o movimento do mercado, o mix da Escolar PaperBrasil
foi ampliado. No evento, é possível encontrar artigos de papelaria
em geral, material didático e pedagógico, artigos gerais para
escolas e escritórios, equipamentos e acessórios de informática,
hardwares, softwares, toners, agendas, álbuns fotográficos,
cartões de expressão social, artigos para artesanato, decoração,
pintura, festas e presentes, calculadoras, brinquedos educativos,
caixas e embalagens, brindes, mochilas, uniformes e lancheiras
escolares, cursos de idiomas, modelismo, livros, produtos com
papéis reciclados, laboratórios escolares, móveis para escolas e
escritórios, playgrounds, produtos de puericultura e outros itens.
Internacional
Em vinte anos de história, a crescente importância da Escolar
PaperBrasil no cenário mundial conquistou o interesse de vários
países. Todos os anos, centenas de importadores e dezenas de
fabricantes vindos do exterior participam da feira como
oportunidade para ampliar seus negócios na América Latina.
Nesta edição, entre os 500 expositores estão empresas vindas da
China, Tawian, Hong Kong, Índia, Estados Unidos, Alemanha, Coréia
do Sul, Inglaterra, Tailândia, Paraguai, Letônia, Peru, México,
Turquia e Equador. Outra mostra do caráter internacional da feira
é a realização da segunda reunião da FOSPA (Federation of Office
and School Products Associations) no Brasil. A entidade, fundada
em 2001, reúne os presidentes das associações do setor de produtos
para escolas e papelarias de 13 diferentes países com objetivo de
promover contatos comerciais entre os países membros e defender os
interesses do setor ao redor do mundo.
Serviço:
ESCOLAR PAPERBRASIL 2006 - 20ª Feira Internacional de Produtos,
Serviços & Tecnologia para Escolas, Escritórios e Papelarias
Data: 28 a 31 de agosto
Horário: das 13h às 21h
Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi
Promoção e Organização: FRANCAL FEIRAS
Patrocínio: ABIGRAF – Associação Brasileira da Indústria Gráfica
Apoio: BRASIL ESCOLAR – Rede Nacional de Papelarias
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Geral
Reitor apresenta novos desafios para a Ufba
Fonte: Tribuna da Bahia
05/08/2006 - Ingressar na universidade é difícil, mas o desafio
maior é manter-se. Esta é uma das propostas do reitor da
Universidade Federal da Bahia (Ufba), Naomar Almeida, reempossado
ontem no Salão Nobre da reitoria, ao apresentar os principais
objetivos para a melhoria da universidade no novo mandato.A gestão
de Naomar que tem como lema “Excelência e compromisso social”,
destaca a importância da segunda parte da implementação da
política de ações afirmativas – política de inclusão social que
destina 45% das vagas para alunos oriundos de escolas públicas –
que é assegurar a permanência dos estudantes de baixa renda na
universidade com a ajuda de benefícios como: bolsa-auxílio,
restaurante e residência universitária.
Primeiro reitor a ser reeleito na história da Ufba, Naomar
ressaltou os principais desafios para a próxima administração.
“Vamos aumentar a internacionalização (intercâmbio cultural: se
equiparar aos modelos de ensino e gestão de outras universidades
no exterior), inovar o elenco de cursos de graduação e consolidar
a gestão participativa”, garantiu ele.
O dia de comemorações teve pela manhã um Simpósio “Planejamento
Estratégico em Instituições de Conhecimento”. A importância dessas
palestras foi para não caracterizar a data apenas como celebrativa,
mas também como uma forma de reflexão do papel da universidade na
sociedade. Já na parte da tarde, o reitor fez um pronunciamento
que contou com a presença do Ministro da Educação, Fernando
Haddad, e de toda a equipe que vai gerir a Ufba, seguido de baile
comemorativo em ondina.
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Geral
Universidade oferece curso para iniciantes
Fonte: O Diário de Maringá
05/08/2006 - A Universidade Estadual de Maringá oferece o curso de
Fotografia Básica: técnica, composição e estética, com Luiz Carlos
Bulla Jr, nos dias 26 e 27 deste mês, no Museu Dinâmico
Interdisciplinar (Mudi). Os objetivos são os de iniciar o
participante no mundo da fotografia e despertar sua sensibilidade
por meio de imagens fotográficas. O curso repassará conhecimentos
básicos. Mais informações pelo telefone 3261-4263. A taxa é de R$
55.
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Geral
Senado aprova projeto de EaD
Fonte: e-learning Brasil
05/08/2006 - Projeto de lei que reduz tarifa para programas de
educação a distância é aprovado no Senado e inicia sua tramitação
na Câmara dos Deputados
Através de uma iniciativa do Senador José Jorge foi apresentada
proposição no sentido de alterar a Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional para que sejam asseguradas tarifas diferenciadas
nas transmissões de programas de educação a distância. O projeto
foi aprovado no Senado Federal e encaminhado à Câmara dos
Deputados, onde recebeu o número 7.105, de 2006.
Existindo aprovação final e sendo sancionado pelo Presidente da
República serão reduzidos os custos de transmissão de programas em
canais comerciais de radiodifusão sonora e de sons e imagens e em
outros meios de comunicação que sejam explorados mediante
autorização, concessão ou permissão do Poder Público. O Projeto
altera o Artigo 80, Parágrafo 4º, inciso I da Lei nº 9.394, de
1996.
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Geral
Quantas competências é preciso ter?
Fonte: Conarh
05/08/2006 - Não espere de um profissional mais do que ele pode
dar, nem de um gerente mais do que ele consegue acompanhar. Este
pode ser um conselho carregado de urgência ou, então, um convite à
reflexão. Tudo vai depender de como a empresa conduz a questão
“competências” na sua política de gestão de pessoas. É sobre isso
que o presidente da Franquality Consultoria, Almiro dos Reis Neto,
falará juntamente com a gerente geral de desenvolvimento
corporativo da Votorantim Industrial, Leni Hidalgo Nunes, na
palestra Um Ser Humano Pode Ter Tantas Competências?
“Em pesquisas, verificamos que empresas brasileiras têm trabalhado
com algo entre 5 e 5 mil competências, o que torna natural a
indagação sobre o número adequado. Em um mundo em permanente
mutação, sempre haverá um gap entre o perfil desejado e a situação
atual. É a velocidade de aprendizagem que determinará o número
viável a ser trabalhado em cada organização. Acredito que apenas o
foco naquilo que é absolutamente essencial cria um diferencial
competitivo. O resto é barulho sem resultado”, alerta Reis Neto.
Para Leni, o volume de competências pode até corresponder à real
necessidade das empresas, entretanto, o que não lhe parece real é
a capacidade de o ser humano – e de as próprias organizações
–desenvolvê-las concomitantemente e na velocidade que se impõe.
“Às vezes, há muito esforço para o desenvolvimento de competências
que dependem de outras, ainda não consolidadas. Uma perda de
energia.” Sobre o papel de RH, diz Leni, o desenvolvimento
conduzido por essa área dever se fixar em ajudar as pessoas a
construírem o caminho de hierarquização a partir de duas
perguntas: que competências cada pessoa tem e que podem contribuir
para o fortalecimento ou desenvolvimento de outras? Como isso deve
ser feito?
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Geral
CCJ aprova PEC que beneficia professor da rede pública
Fonte: Agência Câmara de Notícias
05/08/2006 - A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ)
aprovou na terça-feira (1º) a admissibilidade da Proposta de
Emenda à Constituição 481/05, que reduz em cinco anos o tempo de
contribuição à Previdência Social para a aposentadoria dos
professores que tenham ingressado no serviço público até 16 de
dezembro de 1998, desde tenham trabalhado exclusivamente em
funções de magistério na educação infantil e nos ensinos
fundamental e médio. A proposta abrange professores de todos os
níveis (federal, estadual e municipal), das administrações direta
e indireta.
Apresentada pela deputada Neyde Aparecida (PT-GO), a proposta
recupera item da chamada PEC Paralela da Previdência aprovado pela
Câmara e rejeitado pelo Senado.
De acordo com a proposta, esses professores poderão aposentar-se
com proventos integrais desde que preencham, cumulativamente, as
seguintes condições:
- 30 anos de contribuição, se homem, e 25, se mulher;
- 15 anos de carreira e 5 anos no cargo em que se der a
aposentadoria;
- idade mínima de 55 anos, se homem, e de 50 anos, se mulher,
sujeita à redução de um ano de idade para cada ano de contribuição
que exceder a condição prevista no primeiro item.
Revisão de valores
A proposta ressalva o direito de opção à aposentadoria regulado
por meio do artigo 40 da Constituição Federal e dos artigos 2º e
6º da Emenda Constitucional 41 (reforma da Previdência), de 2003.
A PEC ainda mantém o princípio do artigo 7º da Emenda 41, que
estipula a revisão dos valores de pensões e aposentadorias na
mesma proporção e na mesma data que for modificada a remuneração
dos servidores em atividade, estendendo aos aposentados e
pensionistas os benefícios ou vantagens posteriormente concedidos.
Reforma da Previdência
Segundo o relator, deputado Sérgio Miranda (PDT-MG), a PEC atende
aos requisitos constitucionais e é compatível com os princípios e
normas fundamentais. Ele destaca que a redução de cinco anos no
tempo de contribuição exigido para a aposentadoria voluntária de
professores foi reiterada não só pela Carta de 1988 como também
pelas emendas constitucionais 20 e 41, que dispuseram sobre a
reforma da Previdência.
Miranda observa que o mesmo critério foi coerentemente preservado
pela Câmara ao deliberar sobre a Proposta de Emenda à Constituição
227/04, chamada de PEC Paralela. Nessa ocasião, foi acrescentado
parágrafo para propiciar a redução de cinco anos em favor dos
professores nos requisitos para aposentadoria pela nova regra de
transição introduzida por aquele dispositivo.
No entanto, como a regra de transição que garantia a redução de um
ano de idade para cada ano de contribuição que exceder o tempo
exigido foi suprimida pelo Senado, a Emenda Constitucional 47,
resultante da PEC Paralela, foi promulgada sem incluir a redução
do requisito de tempo de contribuição tradicionalmente concedida
aos professores.
A proposta, conforme argumenta sua autora, visa justamente
corrigir o prejuízo imposto ao magistério público em conseqüência
da promulgação dessa emenda constitucional.
Tramitação
A proposta será analisada agora por uma comissão especial a ser
criada pela Câmara. Depois, seguirá para votação do Plenário, em
dois turnos.
Saiba mais sobre a tramitação de PECs
Reportagem - Newton Araújo Jr.
Edição - Francisco Brandão
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Geral
Sugestão de reforma universitária torna-se projeto de lei
Fonte: Agência Câmara de Notícias
05/08/2006 - A Comissão de Legislação Participativa aprovou na
quarta-feira (2) sugestão da Federação de Sindicatos de
Trabalhadores das Universidades Brasileiras (Fasubra) de criar o
Estatuto da Universidade Pública Autônoma, que estabelece normas
para a educação superior pública. A sugestão foi transformada no
Projeto de Lei 7398/06, de autoria da comissão.
O texto trata do caráter organizacional, administrativo e
acadêmico para a gestão da educação superior em todo o País. O
objetivo é garantir que as universidades públicas atendam às
necessidades da população brasileira.
A sugestão define os fins, os princípios e os objetivos da
educação superior; explicita a natureza e o regime jurídico das
instituições, envolvendo as relações internas à comunidade
acadêmica e as relações com as instâncias de Estado e com a
sociedade; e estabelece as regras para autonomia, credenciamento e
avaliação institucional.
A proposta determina, por exemplo, que a universidade pública
tenha entre seus princípios a gratuidade de todas as atividades
acadêmicas - graduação, pós-graduação (mestrado, doutorado,
especialização e aperfeiçoamento) e extensão.
Outra exigência do texto é a elaboração do Plano de
Desenvolvimento Institucional (PDI), que deve conter as metas de
ensino, pesquisa e extensão de cada universidade.
Amplo debate
A relatora da matéria, deputada Fátima Bezerra (PT-RN), destacou
que a sugestão foi elaborada durante congressos dos técnicos
administrativos das instituições federais de ensino superior. Para
a deputada, a Fasubra tem-se caracterizado como uma entidade que
promove amplo debate sobre a educação superior, seu papel central
no processo de desenvolvimento do País e na construção de uma
sociedade mais justa e solidária.
Tramitação
O projeto ainda não teve sua tramitação definida.
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Geral
Últimos dias para as inscrições do programa Jovens Embaixdores
Fonte: Globo On line
05/08/2006 - Estudantes da rede pública de ensino de 21 estados
brasileiros têm até o dia 11 de agosto para se inscrever no
programa de intercâmbio cultural “Jovens Embaixadores 2007”,
promovido pela Embaixada dos Estados Unidos.
Para se candidatar, o estudante deverá estar cursando o ensino
médio, ter entre 15 e 18 anos, não ter viajado ao exterior,
apresentar fluência verbal e escrita em inglês, estar matriculado
na rede pública de ensino e ter bom desempenho escolar, além de
possuir bom relacionamento na comunidade e estar engajado em
atividades voluntárias e de responsabilidade social.
Os interessados em participar no programa devem se dirigir
primeiramente a uma instituição parceira da Embaixada dos EUA nos
seguintes Estados: Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal,
Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do
Sul, Pará, Sergipe, Pernambuco, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro,
Roraima, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.
Os 25 selecionados serão comtemplados com uma viagem de 15 dias
aos Estados Unidos, sendo cinco dias em Washington e nove em
outros estados americanos.
A lista completa com nomes, endereços e telefones de todas as
instituições parceiras em cada estado está disponível no site da
Embaixada dos Estados Unidos:
http://www.embaixada-americana.org.br
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Geral
Cursos extracurriculares no Rio fazem sucesso entre universitários
Fonte: Globo On line
05/08/2006 - Seja para complementar a formação profissional ou
aprimorar a cultura geral, os cursos extracurriculares estão sendo
bastante freqüentados por universitários e alunos do ensino médio,
dizem coordenadores de escolas do Rio, em reportagem do jornal "O
Globo". Pelo menos 27 serão oferecidos este mês na Zona Sul. Os
cursos são gratuitos ou têm preços acessíveis e a maioria é de
curta duração. Os principais temas são história, literatura,
cinema, teatro, televisão, moda, beleza e arte.
O curso de história da Casa de Rui Barbosa, por exemplo, beneficia
universitários em suas graduações. Alguns projetos contam créditos
em universidades como PUC e Uerj. Uma boa opção para estudantes do
ensino médio é o curso leituras de vestibular, da Casa da Leitura.
Nele, os jovens têm acesso aos grandes clássicos da literatura que
costumam cair no vestibular.
Leia mais no Site O GLobo on line
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Geral
Linguagem de deficientes auditivos agora é curso universitário
Fonte: Globo On line
05/08/2006 - Se antes a linguagem utilizada pelos deficientes
auditivos era ensinada apenas como matéria eletiva nas
universidades e em cursos extracurriculares, agora ela ganhou uma
posição melhor na grade curricular. Virou curso superior de
licenciatura em letras-libras. Um projeto pioneiro acaba de ser
lançado no Brasil em nove universidades, entre elas a federal de
São Paulo (USP) e de Brasília (UnB). Em quatro anos, pelo menos
500 profissionais formados estarão aptos a ensinar a linguagem
especial.
A iniciativa é animadora para o mercado de trabalho, já que os
investimentos no ensino superior nesta área ainda são pequenos no
Brasil. Atualmente, o país possui apenas dois professores surdos
com doutorado, segundo o Ministério da Educação (MEC).
As inscrições para o novo curso podem ser feitas até a próxima
segunda-feira, dia 7, somente pela internet -
www.coperve.ufsc.br
A taxa é de R$ 30. As provas para o vestibular serão realizadas em
27 de agosto. Para se inscrever, é necessário ter concluído ou
estar prestes a concluir o ensino médio e enquadrar-se em, pelo
menos, uma das duas exigências: ser instrutor surdo de libras
certificado ou ser fluente em libras (independentemente de ser
surdo ou não). As 500 vagas do curso serão distribuídas entre as
nove instituições que participam do projeto, sendo 60 na
Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e 55 em cada uma das
outras. Assim, quem se inscrever para vagas na UnB terá a parte
presencial do curso em Brasília. O mesmo ocorre no caso dos demais
estados.
Até agora, a UnB recebeu 172 pedidos de inscrição, uma demanda de
3,12 candidatos por vaga. O curso foi criado pela UFSC com apoio
do MEC, que será o financiador do projeto. A UnB, a UFSC e as
outras instituições, chamadas de pólos - USP, Universidade Federal
da Bahia (UFBA), Universidade Federal do Ceará (UFCE), Instituto
Nacional de Educação de Surdos (Ines), Universidade Federal do
Amazonas (Ufam), Universidade de Santa Maria e o Centro Federal de
Educação Tecnológica (Cefet) de Goiás - elaboraram em conjunto o
conteúdo durante pouco mais de um ano.
As aulas serão semi-presenciais: os alunos terão o conteúdo
repassado pela internet e também farão as avaliações em ambiente
virtual, mas tirarão dúvidas ao vivo, com professores assistentes.
O MEC forneceu 13 computadores para cada pólo, além de
equipamentos para serem utilizados em sala de aula e verba de R$
16 mil para cada instituição adequar as salas de aula para o
curso.
Esse projeto poderá revolucionar o ensino e a noção de inclusão
social. Muitos dos candidatos são surdos e a expectativa é que o
mercado inclua estes profissionais - afirma a coordenadora do
curso de licenciatura em letras-libras da UnB, Enilde Faulstich.
O que se pretende com esta proposta, segundo ela, é fortalecer o
bilingüismo no Brasil.
Todos falam do espanhol e do inglês como segunda língua, quando
aqui no Brasil já temos uma segunda língua, a libras - defende.
A ampliação da inclusão de libras no mercado brasileiro tem apoio
legal desde a publicação do Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de
2005. De acordo com a legislação, o ensino de libras deve ser
inserido como disciplina curricular obrigatória nos cursos de
formação de professores para o exercício do magistério, em nível
médio e superior, e nos cursos de fonoaudiologia. Além disso, a
libras deve fazer parte da grade curricular de instituições de
ensino públicas e privadas, do sistema federal e dos sistemas de
ensino dos estados, do Distrito Federal e dos municípios.
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